ATTENAS AULAS

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

COMEMORAMOS 108 ANOS DO DIA 8 DE MARÇO DIA INTERNACIONAL DAS MULHERES! EU GOSTO DE MULHER!

Sábado, 30 de março de 2013
18:00

Grupo: https://www.facebook.com/groups/118989524948578/
Vídeo: https://www.facebook.com/photo.php?v=2745657176392
O “Um bilhão que se ergue” (One billion rising) ou V-Day, é um movimento ativista global,para acabar com a violência contra mulheres e meninas, inspirado pela autora, dramaturga e ativista Eve Ensler, que relata ter sido fisicamente e sexualmente abusada por seu pai quando era uma criança.
Terá sua primeira edição em Goiânia, sábado, dia 30/03/2013 no Parque às 18:00 hrs.
O movimento teve inicio em 1998 quando uma instituição de caridade sem fins lucrativos, "V-Day", foi constituída com o objetivo de usar apresentações da peça “Os monólogos da vagina” para arrecadar dinheiro para beneficiar mulheres vítimas de violência e abuso sexual.
Uma pesquisa aponta que, no mundo há 07 bilhões de pessoas, sendo que metade são mulheres.
Uma em cada três mulheres no planeta vai ser estuprada ou espancada em sua vida, ou seja, um bilhão de mulheres.
Um bilhão de mulheres violadas é uma atrocidade.
Um bilhão de mulheres dançando é uma revolução.

Um bilhão que se ergue é:
Um ataque global
Um convite para uma dança revolucionária
Uma chamada para homens e mulheres que se recusam a participar da cultura de estupro
Um ato de solidariedade, demonstrando a indignação e a força das mulheres de todo o mundo
A recusa em aceitar a violência contra mulheres e meninas
É o nascimento de um novo tempo e uma nova forma de pensar e ser.

A ideia é fazer um flash mob no meio do Parque Vaca Brava com cartazes e fazer essa dança que é bem fácil... Aprenda e vamos fazer nossa revolução!
Vídeo da dança:
https://www.facebook.com/photo.php?v=2742651981264

@mitxchelll

HISTORIADOR FILOSOFO PEDAGOGO MITXCHELLL

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

9º ANOS DELICIEM ESSE VÍDEO! AVIÕES DA 1º GUERRA!

CONHECIMENTO É PODER VEJAM ESSE VÍDEO DO HISTORY !


MiTxCHELLL HISTORIADOR, PEDAGOGO E FILOSOFO ACROPOLITANO!
@mitxchelll

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

PROFESSOR MITXCHELLL - PARA OS OITAVOS ANOS!


ESTUDO DO CAPÍTULO II DO LIVRO DIDATICO: HISTÓRIA – SOCIEDADE E CIDADANIA – ALFREDO BOULOS. (PP. 29-47).
“A Marcha da Colonização da América Portuguesa”.

O QUILOMBO DOS PALMARES

Os primeiros quilombos brasileiros remontam ao primeiro período de Brasil Colônia, assim que se substituiu gradativamente a mão de obra  indígena pelo braço forte dos africanos (a partir de 1548), sem precisar datas; porém, tendo uma organização mais aprimorada e uma pseudo expansão em meados de 1590 em diante. 
       
O quilombo mais conhecido na
 história do Brasil é o Quilombo dos Palmares, que se situa onde é o município de União dos Palmares, região no Estado Brasileiro de Alagoas, antes pertencente à capitania de Pernambuco, na região da Serra da Barriga, no período regido por capitanias hereditárias. O nome Quilombo dos Palmares se deu devido à vasta e densa vegetação predominantemente formada por palmeiras da região. Os primeiros escravos chegaram aos Palmares aproximadamente em 1580 e eram fugitivos de engenhos de produção açucareira das capitanias de Pernambuco e da Bahia.
Após a morte de Zumbi (1695), Palmares sem uma referência de líder, se dissipa e os refugiados  foram espalhados pela região, foram mortos ou mesmo recapturados. 
    
 
Mesmo com a dissolução do Quilombo dos Palmares, no Brasil, esses tipos de comunidades, de uma forma ou de outra, nunca deixaram de existir em praticamente todas as regiões do país, ainda que em número e expressividade menores devido ao fim do
 escravismo. 

A MARCHA DA COLONIZAÇÃO NA AMÉRICA PORTUGUESA

Até o final do século XVI a população luso-brasileira vivia no litoral. Na época, a locomoção pelo interior era difícil e os indígenas ofereciam dura resistência á ocupação de suas terras.
OS BANDEIRANTES    
Os bandeirantes promoviam expedições com organização e disciplina militar que partiam de São Paulo com o objetivo de captura índios e achar ouro e pedras preciosas.

São Paulo, a capital bandeirantes
O povoado que mais tarde veio a ser a vila e depois a cidade de São Paulo teve um crescimento lento. Em 1600, enquanto Olínda, em Pernambuco, progredia graças ao açucar, a vila de São Paulo era um lugar pobre, que tinha apenas 150 casas, habitadas por 1500 pessoas que plantavam milho, mandioca, trigo e criavam porcos e galinhas para sobreviver.

MONÇÕES

Eram expedições comerciais que seguiam de canoa pelo leito dos rios para vender alimentos, roupas e instrumentos de trabalho nas regiões mineradoras.
OS JESUÍTAS
Em março de 1549, chegaram ao Brasil os primeiros padres jesuítas que iniciariam o processo de catequização indígena em massa.
Com a catequização, os portugueses pretendiam unificar o território brasileiro com base no Catolicismo, religião hegemônica em Portugal. Para educar os índios, os padres instituíram em Salvador, capital brasileira na época, e tinha os mesmos moldes de ensino da Europa.
Para que os indígenas compreendessem o ensinamento religioso, tinham que aprender a ler e escrever. Sabendo disso, os jesuítas construíram, ao longo de 20 anos, pelo menos cinco escolas de instrução elementar e três colégios: um no Rio de Janeiro, um em Pernambuco e outro na Bahia.
Na grade escolar, os jesuítas ensinavam os cursos de Teologia e Ciências Sagradas, tidos como cursos de nível superior para especialização de sacerdotes, além de Letras e Filosofia, que eram cursos secundários. Caso quisessem dar prosseguimento aos estudos, os sacerdotes teriam que estudar na Europa.

REVOLTA DE BECHKMAN

A Revolta de Beckman foi mais um movimento nativista que mostra os conflitos de interesses entre os colonos e a metrópole. Foi uma revolta que mostrou os problemas de mão-de-obra e abastecimento na região do Maranhão. As ações da coroa portuguesa, que claramente favoreciam Portugal e prejudicava os interesses dos brasileiros, foram, muitas vezes, motivos de reações violentas dos colonos. Geralmente eram reprimidas com violência, pois a coroa não abria mão da ordem e obediência em sua principal colônia.

Pecuária no período colonial


Durante o período colonial, a empresa açucareira foi o grande investimento dos portugueses nas terras brasileiras. Contudo, as necessidades de consumo das populações nativas serviram para o desenvolvimento de outras atividades econômicas destinadas à subsistência. Tais empreendimentos econômicos ficaram comumente conhecidos como atividades acessórias ou secundárias e costumava abranger o plantio de pequenas e médias culturas e produção de algodão, rapadura, aguardente, tabaco e mandioca.
Nesse cenário a atividade pecuarista também começou a ganhar espaço com a importação de algumas reses utilizadas para o trabalho nos engenhos de açúcar. Com o passar do tempo, o crescimento do rebanho de gado acabou causando problemas no interior das plantações de açúcar, que tinham parte de sua plantação destruída pela ação desses animais. Com isso, o lucro a ser alcançado com a produção açucareira se incompatibilizava com a incômoda presença do gado dentro das fazendas.
Além de ocupar uma importante posição no ambiente colonial, a expansão da pecuária foi de grande importância no processo de ampliação do território. 
AMOR A SHOPIA

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

TEXTO PARA PRÓXIMAS AULAS NONOS ANOS


                                                                                                                INDUSTRIALIZAÇÃO E IMPERIALISMO
Fichamento do livro didático: História – Sociedade e Cidadania – Alfredo Boulos Junior
PP. 10-43
DOMINAÇÃO E RESISTÊNCIA
Industrialização e Imperialismo
Segunda fase da Revolução Industrial
Ao longo do século XIX, na Europa, nos Estados Unidos e no Japão, verificou-se um grande desenvolvimento do capitalismo associado a uma forte aceleração industrial.
O Imperialismo
A partir de 1870, as potências capitalistas como EUA, Grã-Bretanha, França e Japão entraram em uma disputa por colônias ou áreas de influência na Ásia, ÁFRICA, América Latina e Oceania; essa expansão capitalista com o objetivo de dominação é chamada de imperialismo ou neocolonialismo.
Mas o que teria motivado essa corrida imperialista entre as grandes potências?
a)      Matéria-prima;
b)      Mão de Obra barata;
c)      Mercando consumidor  

Teorias racistas do século XIX
Para justificar a dominação imperialista sobre outros povos, os europeus desenvolveram um conjunto de teorias racistas. Essas teorias diziam basicamente que a “raça branca” era superior a raça negra e á amarela e que, na luta pela vida, somente as raças superiores sobreviveriam.
No século XIX, porém, as teorias racista foram consideradas científicas e justificaram a dominação imperialista na Ásia, África, América e Oceania.
A África entre os séculos XVI e XIX
Entre os séculos XVI e XVIII assistiu-se na África a um aumento populacional decorrente da melhoria das técnicas agrícolas e da incorporação pelos africanos de plantas americanas, como o milho e a mandioca. Esse aumento populacional gerou a busca por terras férteis, o que acabou ocasionando a guerra entre os pequenos reinos africanos.
Partilha da Ásia
A Ásia também foi alvo do imperialismo das potências ocidentais.
Os abusos das autoridades inglesas na Índia, o empobrecimento do povo e as sucessivas crises de fome no país provocaram uma rebelião contra a dominação inglesa: a Revolta dos Sipaios (1857).
Britânicos na China
Quando o europeu Marco Polo chegou á China, no século XIII, o império chinês era praticamente autossuficiente, não se interessado  pelos produtos do Ocidente.
Guerra do Ópio (1839 a 1842).
Tratado de Nanquim
A PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL
A corrida imperialista por territórios e mercados durante todo o século XIX gerou violentas rivalidades entre as potências europeias, pois cada país, como a Grã-Bretanha, a Alemanha e a França, buscava conservar ou ampliar seu império colonial. Essas rivalidades entre os países imperialistas são uma das principais razões da Primeira Grande Guerra (1914-1918).
Tendo a Alemanha como inimigo comum, França e Grã-Bretanha firmaram uma aliança em 1904, a Entente Cordiale, que três anos depois recebeu a adesão da Rússia, nascia, então, a Tríplice Entende (1907).
A POLÍTICA DE ALIANÇAS
Com o objetivo de unir forças e isolar rivais, as nações europeias fizeram vários acordos e alianças entre si, de tal modo que, em 1907, a Europa estava dividida em dois blocos militares antagônicos: a Tríplice Aliança – Formada por Alemanha, Itália e Império Austro-Hungaro – e a Tríplice Entente – Formada por Inglaterra, França e Rússia.
ESTOPIM DA PRIMEIRA GRANDE GUERRA MUNDIAL
Desde a vitória dos alemães contra os franceses, em 1871, até o início da guerra, em 1914, a Europa conheceu um período de paz. Mas de uma “paz armada”. As potências europeias lançaram-se em uma corrida armamentista.
Como as principais potências estavam unidas por compromissos de ajuda mútua em caso de um conflito, um simples incidente poderia detonar uma guerra de graves proporções. O incidente aconteceu em 28 de junho de 1914: dois nacionalistas sérvios, cujo objetivo era libertar a região do domínio austríaco, assassinaram a tiros o herdeiro do trono austro-húngaro, Francisco Ferdinando.
A partir daí, houve uma reação em cadeia – em apenas sete dias as principais potências tinham se engajado na guerra.

AMOR A SHOPIA! 

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Reportagens
Edição 1958 de 13 a 19 de janeiro de 2013
Televisão
O BBB tem de morrer para nascer outro Brasil
Começa a 13ª edição do exemplo mais deteriorado de alienação disponível no País. Hora de repensar, mais do que o modelo de programação na TV, que espécie de prioridade deveria ser abraçada pela sociedade brasileira
Elder Dias


“O espetáculo consiste na multiplicação de ícones e imagens, principalmente através dos meios de comunicação de massa, mas também (...) de tudo aquilo que falta à vida real do homem comum: celebridades, atores, políticos, personalidades, gurus, mensagens publicitárias – tudo transmite uma sensação de permanente aventura, felicidade, grandiosidade e ousadia. O espetáculo é a aparência que confere integridade e sentido a uma sociedade esfacelada e dividida.” (Guy Debord, em “A Sociedade do Espetáculo”, 1967)

Eles nunca se viram antes na vida, mas a intimidade é instantânea. A alegria externada ao se tornar inquilino da “casa mais vigiada do Brasil” é o sinal evidente de que se tem em mãos um prêmio de loteria ao quadrado: comemora-se a superação da concorrência — afinal, são menos de duas dezenas de vagas para centenas de milhares de candidatos a cada ano — como também o atalho para se tornar milionário, pela conquista do prêmio principal, ou pelo menos alcançar a fama — esta, outra forma de se tornar rico, com cachês polpudos para participar de festas e eventos Brasil afora ou estrelar as páginas de revistas masculinas.

Para estar ali, cada um abre mão do que é: esquecem os diplomas, quando os têm, ou as carreiras, se é que as possuem. Mais do que títulos profissionais, confessam que estão ali para “jogar” em busca do prêmio maior. No confinamento de meses, em busca da vitória, vão se mover, tramar, fingir, excluir, inventar histórias, discutir, brigar e fingir brigar, se reconciliar e fingir reconciliações. Mais do que a pessoa, vale o personagem. Darão exemplos pessoais que atestariam vidas vazias, mas, lapidadas pela eficientíssima equipe de produção da Rede Globo, virarão exemplos de superação. Em uma interpretação muito particular do “carpe diem” eternizado a partir do poema do romano Horácio, “brothers” e “sisters” vão dar homéricos espetáculos de bebedeira a cada balada na casa. Um porre atrás do outro. Tudo isso com transmissão ao vivo 24 horas e público voyeur para o espetáculo de exibicionismo.

Mas a existência contestável (leia matéria abaixo) do “Big Brother” e de suas variações menos originais — “A Fazenda”, “O Aprendiz” e os extintos “Casa dos Artistas”, “No Limite” e “Hipertensão”, entre dezenas — são o menor dos problemas. O “Big Brother” existe em mais de 50 países, mas é no Brasil que ele vira febre, por conta do poder que o gênero da teledramaturgia e a atmosfera competitiva exercem sobre a população. E o que não é o BBB senão uma telenovela de três meses, em que, capítulo a capítulo, rodada a rodada, vão se fazendo vencedores e derrotados até a “finalíssima”? A mágica do BBB consiste em grudar o brasileiro em frente à TV com pitadas daquilo que há nessas duas grandes alienações, a novela e o futebol.

Drama mais preocupante do que tais programas estarem na grade de programação, portanto, é o imenso espaço que eles ocupam na sociedade brasileira, ao contrário do que ocorre em outros países. De fato, esse lixo televisivo superproduzido só existe e persiste porque dá altíssima audiência. E altíssima audiência dá lucros gigantescos: somente com as seis cotas de patrocínios fixos, cada uma no valor de R$ 23,9 milhões, a Globo vai faturar R$ 143,4 milhões no “BBB 13”. Quem banca os luxos e mimos da turminha da casa este ano? Garnier, Chocolates Brasil Cacau, Unilever, Fiat e Ambev (esta, com duas cotas, pelas marcas Guaraná Antarctica e Skol). Isso explica muita coisa.

Não é à toa que esta será “a casa mais vigiada do Brasil”. Uma charge corrente na internet faz uma alusão a esse slogan comparando-o ao que o cartunista considera, por outro lado, a casa menos vigiada do Brasil: o Congresso Nacional. A simbologia faz o humor engasgar na garganta: com os olhos voltados para a ilusão, esquece-se a realidade que mudaria o País: as reformas estruturais paradas na Câmara e no Senado, constatação que manda a Pátria para o paredão. Sem direito a “anjo” para imunizar.
Seria o “Big Brother” um programa fora da lei?
O jornalista Luís Nassif, ultimamente, quase sempre é lembrado apenas por seu engajamento político-ideológico à esquerda. Há um ano, porém, em seu blog, ele sintetizou em poucos parágrafos algo sobre o “Big Brother Brasil” e programas similares que deveria levar o Ministério Público e, por consequência, a Justiça brasileira a trabalharem. O raciocínio vale a pena ser reproduzido.

Escreve Nassif que “intimidade e privacidade são bens indisponíveis, isto é, não é dado a outras pessoas invadirem esse tipo de bem jurídico”. Dessa forma, “é um direito individual, inalienável e intransferível”, do qual “somente a própria pessoa — por ela própria (não por meio de outro) — pode abrir mão”. Como exemplo, o jornalista coloca o fato de a Justiça não punir atos como a autolesão, a tentativa de suicídio ou a prática da prostituição. De forma contrária, o Estado não tem a mesma condescendência com quem — mesmo com autorização expressa do sujeito objeto da ação — fira outra pessoa, execute uma eutanásia ou gerencie a venda do corpo alheio para fins sexuais. “Esses princípios derrubam a ideia de que basta a pessoa autorizar para que sua intimidade possa ser exposta por terceiros de forma degradante”, conclui.

Para Luís Nassif, a análise jurídica de um programa como o “Big Brother Brasil” deveria ser feita a partir de pressupostos como esses. E exemplifica: “Não poderia ser questionado juridicamente alguém que coloque em sua própria casa uma webcam e explore sua intimidade. No caso do BBB, no entanto, a exploração é feita por terceiros de forma degradante. É como (com o perdão da comparação) o papel da prostituta e do cafetão. E não é qualquer terceiro, mas o titular de uma concessão pública obrigado a seguir os preceitos éticos previstos na Constituição — que não contemplam o estímulo ao voyeurismo.”

No BBB e em outros programas de entretenimento e até noticiosos, há abusos e indignidades demais expostos por meio de concessões públicas de comunicação. O que propõe Nassif deveria ser algo no mínimo a ser colocado em discussão nos meandros dos tribunais. Mas a possibilidade de isso vir a ocorrer é a mesma de a TV Cultura bater a Globo em audiência.

Mitxchelll PROFESSOR DE HISTÓRIA E PEDAGOGO!

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Senado aprova projeto que tipifica crimes cibernéticos


Senado aprova projeto que tipifica crimes cibernéticos

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GABRIELA GUERREIRO

DE BRASÍLIA


O Senado aprovou nesta quarta-feira (31) projeto que tipifica os crimes cometidos na internet, conhecidos como cibernéticos. A legislação brasileira não prevê punições para esses crimes, que acabam enquadrados como outros delitos que não têm relação direta com a rede mundial de computadores.
Pelo projeto, passa a ser crime invadir dispositivos eletrônicos alheios que estejam ou não conectados à rede mundial de computadores com o objetivo de obter ou adulterar dados --como celulares, notebooks, desktops, tablets ou caixas eletrônicos. Os dispositivos não precisam estar conectados à internet no momento da invasão para que o crime seja configurado.
Também será classificado como crime produzir, oferecer ou vender programas de computadores que permitam a invasão. A pena prevista é de três meses a um ano de prisão, além de multa.
A pena deve ser ampliada de um sexto a um terço se, na invasão, houver prejuízo econômico à pessoa ofendida --como nos casos de invasões de contas bancárias ou clonagens de cartões de crédito.
Também há pena maior para quem obtiver informações sigilosas ou violar comunicações eletrônicas privadas ou segredos comerciais, como senhas ou conteúdos de e-mails. Nesses casos, a pena pode ser fixada em seis meses a dois anos de detenção e multa.
Se as vítimas forem autoridades públicas, o projeto também prevê aumento nas penalidades.
Outra mudança é a tipificação do crime de interrupção de serviço na internet ou telefônico, normalmente cometida por hackers. A pena estipulada no projeto é de um a três anos de detenção, além de multa.
O projeto já foi aprovado na Câmara, mas volta para análise dos deputados porque sofreu mudanças no Senado durante a sua tramitação.
Relator do projeto, o senador Eduardo Braga (PMDB-AM) disse que a lei vai dar "respostas à sociedade" até que a Casa aprove mudanças definitivas no Código Penal brasileiro. "No novo código, nós poderemos mudar a dosimetria das penas e ampliar o escopo dos crimes", afirmou.
O projeto que tipifica os crimes cibernéticos tramita há mais de 12 anos no Congresso. A discussão foi destravada em maio, depois do vazamento das fotos da atriz Carolina Dieckmann na internet. A análise do projeto ficou parada no Senado por mais de três meses porque um grupo de parlamentares defendia a aprovação das mudanças na legislação paralelamente à análise do Código Penal.
Após pressão do governo, o texto acabou aprovado em votação simbólica (sem o registro individual dos votos de cada senador) na sessão desta quarta-feira num acordo firmado entre os líderes partidários do Senado.

Cidade pré-histórica mais antiga da Europa é descoberta na Bulgária

Atualizado em  31 de outubro, 2012 - 15:57 (Brasília) 17:57 GMT
Arqueólogos da Bulgária anunciaram ter encontrado o que seria a cidade pré-histórica mais antiga da Europa.
Cercado por uma muralha, o local fica próximo à cidade de Provadia (noroeste do país) e acredita-se que foi um importante centro de produção de sal.
A descoberta pode explicar a existência de um estoque do outro, encontrado nas redondezas há cerca de 40 anos.
Os arqueólogos acreditam que a cidade abrigou cerca de 350 pessoas e data de algum momento entre 4.700 e 4.200 a.C. Isso seria 1.500 anos antes do início da antiga civilização grega.
Os moradores ferviam a água de uma fonte local e criavam espécies de tijolos de sal, que eram vendidos e usados para preservar a carne
O sal era uma commodity valiosa naquela época, o que, segundo os especialistas, explica a grandes muralha de proteção que cercava a cidade.
@mitxchelll - HISTORIADOR FILOSOFO 

sábado, 20 de outubro de 2012


“Avenida Brasil” e a força da TV

Por Altamiro Borges

Participei nesta quarta-feira, no Rio de Janeiro, juntamente com o brilhante Dênis de Moraes e o cativante Vito Giannotti, de um debate promovido pelo jornal Brasil de Fato sobre o papel da mídia na América Latina. Lá pelas tantas, Vito provocou os 100 presentes no auditório do Sindicato dos Petroleiros sobre a queda de influência da televisão. “Na sexta-feira, o Brasil vai parar. Corre o risco até de ocorrer um apagão de energia. Vai estar todo mundo ligado na TV Globo, assistindo o último capítulo da Avenida Brasil”.


De fato, agora à noite São Paulo parou. As avenidas ficaram vazias; não havia filas nos supermercados; os prédios estavam lotados em plena sexta-feira, “dia mundial da cerveja”. O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) ficou de prontidão para evitar uma sobrecarga de energia. O sítio G1, que também pertence à Rede Globo, explicou que o consumo poderia se elevar em até 5% e que “a energia para dar conta dessa demanda pode superar 3.000 megawatts, o equivalente à capacidade da hidrelétrica de Santo Antônio, em Rondônia”.

Lucro de 2 bilhões de reais

A famiglia Marinho deve estar feliz com o sucesso do melodrama, que bateu todos os recordes de audiência da TV Globo. Enquanto milhões de brasileiros ficavam magnetizados diante da telinha, o império global contabilizava os lucros que obteve com a telenovela. Segundo a revista estadunidense Forbes, especializada em grana, o melodrama criado por João Emanuel Carneiro foi a mais bem-sucedido da história da emissora. Durante sete meses de exibição, ela arrecadou aproximadamente 2 bilhões de reais em publicidade.

Para a revista de negócios, o sucesso da Avenida Brasil – que teve um custo estimado de R$ 4,5 milhões – decorre do próprio crescimento econômico do país, que permitiu a ascensão social de milhões de brasileiros. O núcleo de teledramaturgia da TV Globo soube explorar as aspirações da “nova classe C”. A novela saiu das áreas nobres do Rio de Janeiro e foi ambientada num bairro popular. Ela teve como personagens centrais pessoas “comuns”, expressivas dos 40 milhões de brasileiros que o governo Lula tirou da miséria.

Expressão da nova "classe C"

Na mesma linha de raciocínio, Renato Meirelles, sócio diretor do instituto Data Popular, especializado em pesquisas sobre a chamada nova classe média, avalia que o êxito da novela “reflete uma classe C que quer se ver. É diferente do novo rico do passado, que queria parecer quem não era e tinha vergonha de falar de onde vinha. Agora não. O Tufão (personagem de Murilo Benício) tem orgulho de falar de sua história e de sua origem. Ele ficou rico, mas não saiu de seu bairro”.

A TV Globo pesquisou os hábitos da classe média para compor os seus personagens, do jeito de falar e se vestir aos valores e aspirações. “Você tem situações muito típicas da classe C. Todo mundo fala ao mesmo tempo, há muitas cenas em que as pessoas estão comendo e há o bar que é o ponto de encontro da comunidade, o bar do Silas”. Para Meirelles, a novela é parte de um movimento da TV Globo de entender e se aproximar da classe média, segmento da sociedade que agora abrange mais da metade da população.

Maioria no mercado consumidor

“Hoje a classe C não é só a maioria da audiência, mas também é a maioria do mercado consumidor, que é para quem os anunciantes querem vender. Então também é uma busca do público alvo do mercado anunciante”, conclui Renato Meirelles. Ele lembra que a chamada nova classe média tem hoje metade dos cartões de crédito e movimentou, no ano passado, R$ 1 trilhão. A TV Globo, inimiga ferrenha das políticas sociais dos governos Lula e Dilma, lucrou fortunas com as tímidas mudanças promovidas no país.

Segundo a Forbes, a novela Avenida Brasil foi “a mais lucrativa da história da TV na América Latina” e um fenômeno da teledramaturgia. O último capítulo foi vendido para mais de 500 anunciantes, segundo o jornal Valor. “São anunciantes grandes, médios e pequenos, de todos os setores da economia, que planejaram com antecedência a sua participação”. E o Brasil parou para assistir a novela, o que só confirma a força que a tevê ainda exerce sobre os brasileiros. Vito Giannotti tem toda a razão! Não dá para subestimá-la.
Postado por Miro às 23:25 http://img1.blogblog.com/img/icon18_email.gif

sexta-feira, 19 de outubro de 2012



Começo por onde mesmo?
Meu computador foi roubado.
Roubaram. Levaram. Quebraram o vidro traseiro do carro e sumiram com ele.
Macfoi-se.
Tinha muita coisa nele? Nada que eu não tenha cópia. Curioso: roubaram apenas ele, nada mais...
Antes, roubaram meu carro. Foi achado, deixado numa praça. Assim, sem mais nem menos. Sumiu e reapareceu.
Antes ainda, roubaram o computador de um amigo, que trabalha comigo, quase no mesmo lugar. Devolveram, vejam só, os documentos pessoais. Gentileza de ladrões.
Um outro amigo teve o carro arrombado três vezes. Eu disse três? Fato. Ele pode ter perdido a conta.
Agora me lembro, antes de todos, um amigo lá de Anápolis também teve seu computador roubado.
Amigos, amigos, roubos à parte.
Pode tudo ser coincidência, pode não ser. Pode ser que queiram saber o que há no meu computador, como queriam ver o que havia nos outros.
Insisto. Havia lá o que há em vários outros lugares, devidamente copiado e recopiado. Macaco velho...
Talvez quisessem conferir se é verdade o que tanto alardeiam, feito matracas desgovernadas (ou mal intencionadas) de mim, dos meus amigos. Hahaha... direi eu, em boa tradução sentimental. Não há o que esconder. Inventar e propagandear uma história é uma coisa (só o que sabem fazer bem, diga-se), ser verdade é outra beeem diferente.
Pode ser que não seja nada disso. Pode ser o básico: roubo de moleque para comprar droga. Ou coisa do tipo. Pode ser. Por que não?
De um jeito ou de outro, a constatação é a mesma: ninguém está seguro em Goiânia. Em Goiás, para ser mais exato.
Ali pela hora em que deve ter acontecido o roubo do meu computador – porque o lapso entre deixar o carro e voltar foi muito curto –, um carro da polícia passou em frente, calmo, piscante. Passou como quem passa em revista e impõe segurança. Impunha, direi eu. Não é o que impõe mais.
Não dá pra culpar a polícia, simplesmente. Nunca ela foi tão desqualificada, desautorizada e desvalorizada como neste governo. É o que mais se ouve dos próprios policiais, civis e militares. Estão descontentes. Estão desmotivados.
Os policiais goianos não são respeitados pelo governador, que não respeita o secretário de Segurança, que não respeita os policias, que não o respeitam também, e todos nem respeito merecem mais por parte de boa parte da sociedade.
Uma roda vida, roda gigante, de descontentamento, incompetência e desmoralização pública da polícia, do secretário, do governador e do Estado, lá fora.
Aqui virou terra de ninguém, onde Carlinhos Cachoeira mandava e hoje ninguém manda, muito menos o governador.
O governador não manda apenas no secretário de Segurança. Ele não manda na sua equipe.
Há tempos é anunciada uma tal reforma do secretariado que virou lenda. Foi propalada, preparada e abortada ao sabor da sabotagem dos próprios aliados do governador, nem precisou da oposição, porque esta, esta nem existe direito (sejamos justos: nem de direito, nem de direita, nem de esquerda).
O governador quis trocar aqueles que cuidam da sua imagem, e não trocou, porque acabou chantageado por companheiros de partido que os sustentam, e que por sua vez sustentam (sem trocadilho) o viés político do grupo no poder, em variadas instâncias públicas dos Poderes constituídos, custe o que custar (novamente, sem trocadilho).
O governador não pode trocar secretários ligados a Cachoeira porque recebeu recado de que não seria de bom tom, vídeo, fitas e documentos que o fizesse. Não fez. Tá doido?!
O governador não teve peito para trocar auxiliares de sua cota porque isso poderia passar fraqueza, ou poderia enfraquecê-lo mais – já que seria tirar os poucos que lhe são fiéis –, ainda que estes sejam visivelmente incompetentes ou estejam imbuídos de um ideal que os fazem mais realistas que a nobre e pobre motivação cidadã.
Enquanto isso, ninguém o defende, ninguém puxa o seu saco como antes, ninguém o exulta nas alturas. Porque antes era Deus no céu e Marconi um pouco acima – e, onipresente, na Terra também.
Hoje é um tal de governista renegando o chefe maior em conversas reservadas, vaticinando seu fim nos corredores, batendo asas em aproximação aos inimigos de outrora mas que podem voltar ao comando da máquina de cargos... É um tal de cada um por si e Marconi que se vire, que seria até engraçado, não fosse o trágico destino de Goiás.
O rei está nu e os súditos estão envergonhados, ou jogando pedra, culpando o rei pelo reino de repente desencantado.
Nesse ambiente, Marconi não governa, empurra Goiás.
Agora a novíssima obra do marconismo é anunciar a boa nova para depois da eleição. Ah, a reforma vai sair... Ah, o Estado vai ter dinheiro de sobra para investir... Ah, tudo vai ser diferente...
Mas está tudo igual. Porque, a exemplo de outros tempos, o governador mais uma vez deixou um candidato seu largado à própria sorte em Goiânia e foi para o Exterior, foi buscar investimentos em um País que está indo de mal a pior.
O governador se repete nos estratagemas, nas ações. É o que é.
Ademais, talvez tenha sido menos pior para o candidato, já que a imagem do governador anda tão desgastada que vemos vicejar na Capital o inusitado: transferência negativa de voto. Vemos outra coisa: comemoração de margem de erro: antes, mais de 70% de reprovação; três longos meses depois, pouco mais... De70%
Marconi tira, não soma votos. Em Goiânia e em todo o Estado. Uma coisa impressionante. Um marco. Um Marconi histórico!
Em Goiás e no Exterior, o governador está com medo. Tem medo da própria sombra política- são os sinais que emite. É o que transpira. Tem medo do povo.
Esse governador não dá conta de saber como impedir que meu computador seja roubado, nem como conseguir que seja recuperado. Esse governador não governa.
Esse governador perdeu o respeito quando desrespeitou Goiás com sua política que põe tudo no negativo para parecer que só ele é positivo, só ele é salva, só ele sabe nadar subindo a cachoeira, apenas ele é o caminho e a luz!
Esse governador, o mesmo que atacou, bateu, vociferou contra adversários nos últimos meses, anos,, acusando-os de coisas que, depois, descobriu-se: era ele quem praticava.
Marconi vinha se notabilizando por ser um governador com raiva que fazia um governo com raiva. Ele contra o resto! Hoje é um governador acuado que perdeu o controle de sua equipe.
A reforma do secretariado é o último suspiro de Marconi Perillo para ver se se salva. Se sair... ele a arquiteta torcendo para não ter de voltar à CPMI do Cachoeira, ou de prestar contas à Justiça pelas cachoeirices de sua administração. Ou para ver se ganha fôlego para tocar o barco pelo menos até o começo de 2014.
Melhor faria se, em vez de mais do mesmo, surpreendesse com um surto de humildade. Errei, peço perdão, vou deixar o governo e recomeçar...
Talvez falte umas derrotas no currículo de Marconi para que ele reencontre o caminho do povo no poder - do povo goiano, e não do seu povo.
Perder foi bom para Iris Rezende, que baixou a cabeça, recomeçou e está aí, mais firme do que nunca, sobrevivendo como mito enquanto Marconi agoniza, padecendo no inferno de seus erros.
Está certo que, à parte o governador, quem o substituiria, já agora, quando pode, exerce o poder com pompa e circunstância que causa espécie: saltando aqui e ali de um providencial helicóptero para uma mais providencial ainda aeronave, durante horário de expediente, para chegar a tempo de um comício. Tá escancarado.
Seis por meia dúzia? Triste sina a de Goiás, que tem um presente ingrato e um futuro incerto.
Confesso: não sei o que vai ser de nós. Não sei.
Sem governador, sem governo, sem oposição... Êta, Goiás que sangra!
Pensando bem, enquanto o governador não decide o que fazer, bem que deveriam entregar os cargos todos os seus secretários, auxiliares, todos os seus ex-puxa saco, todos. Sem delongas.
Quem sabe, sozinho, Marconi perceba que Goiás não é dele, e que é preciso respeitar os cidadãos. Quem sabe assim ele encontre uma saída. Quem sabe assim ele nem volte dos Estados Unidos...
Não, não estamos em condições de sonhar tão alto. Basta então que Marconi volte e faça o que tem de ser feito.
Marconi, chega de ser mais realista que o rei! Seja homem e governe. Ou peça pra sair.
Quer saber: pelo conjunto da obra - meu computador é um grão de areia nesse mar de desgoverno -, pede pra sair!

MITXCHELLL EXTERMINADOR DE TUCANOS! 

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Nesse ambiente, Marconi não governa, empurra Goiás.