ATTENAS AULAS

quinta-feira, 28 de julho de 2011

DEBATE DE EXECUTIVOS!

UM BELO DUELO ENTRE NOTÁVEIS AQUI NO BLOG MAIS SUCULENTO DA REDE!
 EM QUE NINGUÉM É MELHOR QUE NÓS TODOS JUNTOS! LEIAM E DESIDRATEM COM ESTE DEBATE! 


OLHA AÍ A BRIGA DE FOICE IMAGINARIA:




Anônimo disse...  (QUEM SERÁ ESSE ANÔNIMO?)







as pessoas lembram de pergunta de onde vai sai o dinheiro pra copa, mas esquecem de pergunta o quanto vai entra. Realmente é revoltanto ver a Globo ganhando 30 milhões em um evento, mas tem q ver q apenas uma publicidade é suficiente para pagar este evento. e uma publicidade feita em um estadio publico vai entra no bolso de quem? a copa do mundo ainda tem q ser feito no Brasil, discurso alienado é dizer q isso não traz lucros.




Professor Johnathan disse...







Discurso alienado é dizer que esses lucros serão revertidos em melhoria para a população. Viu os estádios da copa de 2010 na Africa do Sul? Verdadeiros monumentos... Mas com que utilidade mesmo? E assim acontecerão com estádios bilionários no Norte, Nordeste e Centro-Oeste, num Brasil onde até o futebol é centrado no eixo Centro-Sul. Lucros? Haverão com certeza. Melhorias reais, a longo prazo, que venham para ficar e que realmente beneficiarão a população brasileira? Duvido muito. Aos ricos, poderosos e corruptos, ficarão o dinheiro. A nós, demais brasileiros, as bandeirinhas e os gritos de "VAI BRASIL!!" E como já dizia Galvão Bueno... Haja coração torcedor brasileiro...




Anônimo disse...







Johnathan corrupção, ja é outra vertente do assunto, dizer q uma copa do mundo não vai trazer melhorias para o país é pura loucura. Não so empresas nacionas, mas ate internacionais terão seus anuncios publicitararios no estadio, e eu te garanto q 30 milhões num é nem o começo do que essas empresas vão pagar. o Anuncio em um Estadio publico deve ir para os cofres publicos, agora se esse dinheiro vai ser revertido em melhorias para o país é assunto q a sociedade deve estar interessada, mas enquanto a visão das pessoas estiverem tapadas com esse argumento de que futebol so é um bando de cara correndo atras de uma bola, a corrupção vai continua passando a perna no povo brasileiro



Amor a Sophia disse...(ANCORA DO DEBATE) 







ESSE É O PROPOSITO DO BLOG! O DEBATE FRANCO! FIQUEM A VONTADE PARA COLOCAREM SEUS PONTOS DE VISTAS OU VISTAS DOS PONTOS! CADA UM LUTANDO ATÉ A MORTE PARA QUE O OUTRO POSSO OPINAR! DEPOIS VOU DEIXAR MINHA TÊNUE OPINIÃO SOBRE O DEBATE!


Professor Johnathan disse...





Ok, que haja lucro então? Mas como não considerar a relação direta entre o lucro que irá ser gerado e a corrupção que tomará para si todo esse lucro? O Brasil é um país com um PIB gigantesco, e potencial para gerar um valor ainda maior. Eu particularmente gosto muito de futebol. Só que sinceramente, seria um favor essa copa não vir ao Brasil. Lucrarão empresas privadas. Senadores, deputados e empreiteiros terão seus bolsos ainda mais cheios de dinheiro. O caso atual do DNIT é um exemplo. Em duas semanas 17 bandidos se desligaram do órgão. A mamata acabou, vamos sair antes de sermos presos. Os bilhões gastos nos estádios ultramodernos poderiam ser revertidos em infraestrutura pública, saúde, educação, saneamento (o que com certeza falta em qualquer cidade brasileira). Sinceramente, não consigo ver a renda da propaganda do McDonalds, Coca Cola, Banco Itaú e demais mega corporações serem revestidos em algum bem público. Peguem esse dinheiro da copa e invistam em educação. Tome como exemplo o sistema educacional cubano, que forma atletas de ponta em diversos esportes (ok, nessa o futebol não entra). E analisando como torcedor, já há anos o futebol brasileiro já não é o melhor do mundo. Sabe o motivo? Hoje, jogadores brasileiros sonham apenas em ir para o exterior, já que o próprio país não oferece estrutura social, econômica e esportiva. O Brasil serve apenas como um trampolim para a Europa. Como disse, gosto muito de futebol, mas já ando cansado dessa política de pão e circo do governo brasileiro. O Brasil possui prioridades muito maiores.



Anônimo disse...







vc está trabalhando com o lado ruim da coisa, realmente esses anuncios não são revertidos para a sociedade. Mas o problema ta nesse ponto as pessoas aplaudem o governo por ter feito um estadio, e esquecem de cobrar o retorno desse investimento, eu vejo que os estadios podem ser lucrativos para a sociedade desde, que o dinheiro que vai entra com ele, seja revertido em educação ou saúde, a diferença é que esses anuncios estarão gerando lucros para o país, estamos em um novo mercado, ja chega de ganha dinheiro com serviços da area primaria, além de ser investimentos a longo prazo, é mais trabalhoso e corre riscos, a minha ideia é usar a publicidade como uma maneira do páis arrecadar lucros. Nos não vemos esse dinheiro pq não cobramos, pq em vez de fiscaliza-los estamos criticando o investimento, eu prefiro investir 2 Bilhões em educação do 1 q Bilhão, e se nos não investimos nesses estadios, esse dinheiro vai para um cidadezinha pequena e la ele vai ser desviado. Se vc gosta de trabalhar com corrupção eu lamento dize isso, mas ela vai acontecer do msm jeito



Professor Johnathan disse...







Sinceramente, não vejo nenhum problema do Brasil ser especializado no comércio de produtos primários. Aliás, ao meu ver, como historiador, essa é uma das grandes vantagens no futuro próximo para nossa economia, já que o capitalismo está engolindo o setor terciário através de sucessivas crises. Em um futuro bem próximo, a bola da vez da economia mundial não vai estar nas mãos dos grandes produtores de tecnologia, mas sim nas mãos dos produtores dos cada vez mais escassos recursos naturais. Não estou dizendo que o comércio de publicidade é ruim, ou que a sua visão e ideia de retorno financeiro não seja válida. É sim válida, assim como é valida toda e qualquer ideia de diversificação econômica que vá gerar renda ao nosso país. O que questiono é o fato de que essa Copa está sendo utilizada como trampolim econômico e político para os já grandes tubarões e barões da corrupção do nosso país. Eu realmente não consigo ver o que um estádio gigantesco localizado no Amazonas ou Mato Grosso vá realmente, a longo prazo, melhorar a economia ou a vida da população. O problema não está só no gasto da construção. O custo para a manutenção de uma estrutura desse porte é gigantesca. A receita da maioria das cidades-sede é insuficiente para lidar com os gastos normais do município, que dirá a manutenção de uma construção desse (lembrando que nos locais que vejo uma maior gravidade, como Cuiabá e Manaus, o futebol local é praticamente inexpressivo, já que podemos partir do princípio lógico que a maior fonte de renda de um estádio sejam os jogos de futebol). Os benefícios revertidos à população serão a curto prazo, principalmente com turismo (que já é principal fonte de renda das cidades-sede do nordeste, por isso não fará tanta diferença assim). Hoje, a estrutura principal do complexo esportivo construído para o PanAmericano no Rio de Janeiro está sendo bem utilizada com programas de iniciação esportiva para a população (apenas a estrutura principal). Mas não há como esperar que a mesma realidade vista no Rio seja aplicada às periferias econômicas do país. Sim, precisamos de cobrar do governo o retorno após os lucros do evento, e tudo mais. Mas, em larga escala, olhando pelo ângulo "população brasileira", isso vai acontecer? Não. E isso é fato. O que me irrita é esse deslumbre com o nome COPA DO MUNDO, que cega os olhos de grande parte da nossa população para o que realmente está ocorrendo. Creio que antes de cobrar lucros pós Copa do Mundo, deveríamos cobrar honestidade, transparência, credibilidade dos nossos governantes. Sim, eu quero uma Copa do Mundo no Brasil afinal, sou torcedor também. Mas não há como concordar com ela sabendo que os grandes responsáveis pela desigualdade socioeconômica do nosso país serão os maiores beneficiados e, ao povo, só restarão as migalhas da grande pizza que essa copa será.



Amor a Sophia disse...











MUITO BOM ESSE DEBATE! DOIS PONTOS DE VISTA QUE ENRIQUECEM O TEMA!



Bruno Rodrigues disse...







É ae que ta o problema pontos de vista como o meu não é passado para a sociedade pq sempre trabalhamos com a ideia de q a corrupção, não pode ser quebrada, acho ridiculo ver pessoas brigando por coisas futeis e não se preocuparem com coisas realmente serias (no caso o dinheiro publico) eu defendo a copa a do mundo no meu páis pq acredito q outras pessoas podem ter a msm visão q a minha. Vc disse q os estadios na Africa são Inutilizaveis, está errado, um dos maiores festivais de Rugby do mundo aconteceu lá. O Mundial de Clubes começou a ser sediado no Japão proximo a copa do mundo de 2002. Eu prefiro esse dinheiro em um estadio, msm que não vá trazer lucros, do que no bolso de um deputado. Se vc está me dissendo q vai ter corrupção, então vai acontecer corrupção msm se não ter a copa. Nos podemos sim cobrar transparencia dos nossos governantes, só esta faltando a boca e a coragem q vai pedir isso. Nossa sociedade está ofuscada com corrupção, mas não ve q so temos tanto conhecimento sobre elas, pq a nossa fiscalização melhoro, isso pode ser ate um comentario inocente, mas acredito em nosso país e acredita q ela posso mudar, o que me desanima é eu ver professores mostrando completa falta de esperanças no nosso país, sendo que eles é quem deveria impulsionar o nosso país, tenho apenas 17 anos, nenhuma facauldade, e me pergunto pq pessoas de um grau de conhecimento maior q meu, não usam essas ideias para melhorar o nosso país. É ridicular ver empresarios quebrando a cabeça com mercados q fazem nossa economia ficar parada, é ridiculo o governo investir em empresas internacionais. E o pior de td é ver q o nosso país so é sustentado atraves de impostos, pq não investimos em uma economia publica a exemplo de países socialista, so q com um mercado aberto ( não quero o Brasil Socialista apenas defendo o fato de uma igualdade no nosso país) e o Brasil é um dos poucos países que consegue investir em trabalhos de ordem primaria, secundaria e terciaria, ao mesmo tempo temos espaço de sobra e fechamos a nossa visão em plantar e vender, onde estamos agregando valor nisso? pq não platamos, insdustrializamos e depois comercializando? a mesma coisa acontece com a copa do mundo. Pq não construimos os estadio e usamos o dinheiro de publicidades para sustenta-lo? ( Se isso não fosse possivel hj o futebol não iria gerar tanto dinheiro). O que eu vejo hj no nosso país são discursos ridiculos de que nada da certo e td vai parar no bolso do politico, mas sinceramente eu so vejo criticas destrutivas e nenhuma construtiva. eu apresento uma ideia de como sustentar esses estadios, e o que me aparece são pessoas que destroem uma critica, cobrar transparencia na politica não é dificil o que falta são pessoas para cobrar



Professor Johnathan disse...







Bruno, não estou criticando sua ideia não. Muito pelo contrário. Acho sim que uma infraestrutura esportiva de qualidade no nosso país vai sim gerar melhorias. Desde que bem utilizada. Mas aí mora o perigo: DESDE QUE SEJA BEM UTILIZADA. Só me responda uma pergunta: isso vai acontecer? A intenção é ótima sim, mas como já diz o velho ditado, de boas intenções o chão do inferno está pavimentado. Minha crítica não se baseia nem tanto na corrupção dos políticos do Brasil, mas sim do povo que não cobra. Oras, se não posso criticar uma Copa do Mundo fraudulenta financiada pelo dinheiro público, o que eu devo fazer? Bater palmas pra tudo que está acontecendo? Como disse, eu apoio sim a Copa no Brasil. Mas não dessa forma. Não podemos ter uma visão parcial. Não podemos simplesmente olhar o lado bom da Copa sendo que bilhões serão desviados dos cofres públicos. O problema não é o evento em si. É a finalidade para o qual ele está sendo utilizado. Não da para ignorar o fato que a maior beneficiada e que mais lucrará nisso tudo, a Rede Globo, é e sempre foi a base de mídia corporativista dos partidos de direita, das oligarquias que dominaram o governo brasileiro até o governo Lula. Como eu disse, temos prioridades muito maiores e urgentes no nosso país. E temos formas muito mais eficazes de diversificar a economia que não utilizando um evento que vai causar um rombo gigantesco nos cofres públicos. Voltando ao assunto dos estádios, apenas 2 dos estádios construídos na África do Sul estão sendo constantemente utilizados. Há estádios que sediaram 2 jogos na copa de 2010 e nunca mais foram utilizados para nada! É difícil não enxergar a mesma realidade em Manaus ou em Cuiabá. Pegando como exemplo nosso Goiânia Arena. Infraestrutura de ginásio perfeita. Podemos contar nos dedos os eventos esportivos que acontecem la. Ele é constantemente utilizado pela iniciativa privada, não revertendo benefício nenhum para a população. Para onde vai o dinheiro da locação do espaço? Meu objetivo aqui não é te contradizer, ou desanimar. São por alunos críticos como você que eu, o Mitchel e vários outros professores entramos em sala de aula todos os dias. Porque a mudança está nas mãos de vocês. Minha crítica não é um discurso vazio de pseudosocialismo. Só estou tentando mostrar que devemos apoiar sim um evento como a copa do mundo e devemos cobrar sim melhorias no gasto do dinheiro público. Devemos sim protestar com essa roubalheira que estar acontecendo, parar de nos contentar com as migalhas que sobrarão para o povo. Temos que exigir o que é nosso por direito. A corrupção hoje só existe porque somos passivos a ela enquanto população nacional. E que aconteça sim a copa do mundo. Mas dessa forma? Que não venha. Talvez o dia que pelo menos essa roubalheira não aconteça de forma tão descarada e que nossos grandes ladrões nacionais não olhem para o sofrido povo com olhar de deboche tão escrachado como hoje acontece. Já pensou, se como forma de protesto a população boicotasse essa copa fraudulenta? Com certeza o dinheiro público seria muito melhor utilizado e uma copa do mundo realmente lucrativa, não para as grandes corporações, mas para o povo brasileiro iria acontecer. Para mim apoiar cegamente essa copa com todos os seus contras, é o mesmo que votar em um político corrupto porque ele te deu uma cesta básica. Até quando nos contentaremos com migalhas?



Bruno disse...







Entendi o vc falo, mas ao contrario do que pensa acredito q a copa deve acontecer no país, e a sociedade interessada em saber os gastos deste evento, o primeiro passo seria cobrar esses 30 milhões da Globo. EU so acho errado disperdiçar uma chance como essa por causa da corrupção, do nosso país.
BRUNO (3b) É VOCÊ O ANONIMO! BELO DEBATE! TOMEI A LIBERDADE DE POSTAR PORQUE ENGRANDECE NOSSO BLOG! MAS PUBLIQUEI PORQUE VOCÊ SAIU DO ANONIMATO! POIS OS AUSENTES NÃO TEM RAZÃO! TODOS GANHAMOS COM DOIS PONTOS DE VISTAS ANTAGÔNICOS! 


ESSE É O PROPOSITO DESSE TÊNUE BLOG DAR VOZ A TODOS
 E A TODAS! COISA QUE A MÍDIA CARA-PÁLIDA NUNCA FEZ! HISTORIADOR FILOSOFO MITxCHELLL

quarta-feira, 27 de julho de 2011

TENHO SAUDADES MUITAS SAUDADES DO FUTURO! MITxCHELLL HISTORIADOR FILOSOFO

Vídeo futurista prevê trajetória mórbida para a mídia impressa

O Epic 2014 é o filme produzido em Flash pelo americano Robin Sloan para o museu da história dos meios. O vídeo conta a história da internet num misto de realidade e ficção. "Em 2014 o New York Times se torna off line, lido apenas pela elite e os mais velhos" prevê o vídeo futurista.



Tenho a esperança do verbo esperançar que essas tecnologias venham para o bom serviço da humanidade e não para o seu desserviço como muitas vieram! Não vamos ter esperança do verbo esperar porque se não o futuro não chegara. 

terça-feira, 26 de julho de 2011

Você sabe quantas bases militares os EUA têm espalhadas no mundo?

América Latina e Caribe: Uma região de Paz é o nome da campanha do Cebrapaz. Que pede o fim às bases militares estrangeiras. "Quantas dessas bases estão na América Latina e Caribe?", questiona o vídeo, que conclui: "As bases militares estadunidenses são ameaça permanente à soberania dos povos".

"OS DONOS DO MUNDO" ESTÃO VIVENDO DIAS DE POMPEIA E AI QUE MORA O PERIGO! 

HISTORIADOR FILOSOFO @MITxCHELLL

segunda-feira, 25 de julho de 2011



Presidente do Corinthians joga a Globo noutra fria

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A grana vai sair de onde a Globo "pega bastante"


Entrevista coletiva para anunciar a construção do estádio do Corinthians, o Itaquerão, de R$ 820 milhões.

O investigativo repórter da Globo interpela o Ministro dos Esportes, Orlando Silva.

Quem vai pagar a conta da retirada dos dutos da Petrobras que passam embaixo do futuro estádio ?

O Ministro diz que diz mas não diz.

(Como diz o Mino Carta, o Ministro dos Esportes precisa dar a conta no Ricardo Teixeira, antes que a casa caia)

Aí, intervém o presidente do Corinthians, o Andrés Sanchez, aquele que disse que a Globo é cheia de gangsters 
bandido falando de bandido, Sanchez e rede Boobo.

Ele explica que o BNDES vai pagar a conta.

Mas, explica de forma lapidar.

Qualquer cidadão pode pegar dinheiro no BNDES, diz o Sanchez.

(O Abiliô, o Jereissati, o Daniel Dantas e o Sergio Andrade – gente finíssima – podem. Mas será que o Fernandinho Beira-Mar também, Presidente ?)

Continuou o Presidente: a sua empresa (“sua”, do repórter, ou seja a Globo), “diga-se de passagem”, observa o Presidente, onde você trabalha, “pega bastante”.

“Pega bastante” ?

Será que o Pai da Burguesia Nacional sabe disso ?

Continuou o prolífico Presidente do Corinthians.

O Itaquerão  é o único estádio do Brasil que vai ser construído com dinheiro da iniciativa privada.

O prefeito Gilberto Kassab disse o mesmo: o dinheiro não será público, já que incentivo fiscal não é dinheiro público, reiterou o alcaide de São Paulo.

O amigo navegante há de pensar que está diante de dois parvos.

Como ?

Não é dinheiro público ?

Taí, os dois têm absoluta razão, amigo navegante.

O Itaquerão será construído com o dinheiro de milhões de agentes privados – nós, a torcida do Flamengo e do Palmeiras. 

Como se sabe, o Itaquerão vai ser financiado, meio a meio, pelo BNDES e por incentivos fiscais da Prefeitura de São Paulo.

E nada é mais “privado” do que isso.

O dinheiro do BNDES é do FAT, do trabalhador brasileiro, e do Tesouro, ou seja, do contribuinte brasileiro.

O BNDES só faz administrar (?).

E o dinheiro dos incentivos da Prefeitura de São Paulo pertence aos otários que pagam imposto em São Paulo, como este ansioso blogueiro.

Que não quer saber de Itaquerão, torce pelo Fluminense e, se pudesse, mandava o Kassab ter uma conversinha com a Justiça Eleitoral, para saber que empresa imobiliária financiou a campanha dele.

Claro que é dinheiro privado.

Tão privado que a Globo foi lá e pegou bastante !

É dela mesmo !

Viva o Brasil !

Em tempo: cabe lembrar que o Itaquerão é obra do Ricardo Teixeira, que resolveu dinamitar o estádio do São Paulo, para se vingar do presidente do São Paulo.

E o Brasil vai entregar a Copa de 2014 ao Ricardo Teixeira.

Aquele do: Mr. Teixeira, did you accept the bribe ?
IN DON'T BELIVES!
POSTADO POR MITxCHELLL HISTORIADOR FILOSOFO 

domingo, 24 de julho de 2011

MAIS UM CAPÍTULO DA NOVELA: REDE BOBO E A CBF EM 2014, A ROBALHEIRA COME SOLTA EU E VOCÊ PAGAMOS A CONTA $

Globo pega R$ 30 mi para festinha da Copa

                                        

Depois dizem que é implicância. Mas caramba, a Globo vai receber R$ 30 milhões para organizar o evento em que será realizado o sorteio das eliminatórias da Copa do Mundo de 2014. Quem vai pagar essa conta? Adivinha? A iniciativa privada? A Fifa? As empresas fantasmas de Ricardo Teixeira? Vai ser o governo do Estado e a prefeitura do Rio de Janeiro? Dinheiro público!

É o fim da picada. É muita cara de pau. É um descalabro. Perderam completamente o pudor. Por que o governador Sérgio Cabral e o prefeito Eduardo Paes resolveram sangrar os cofres do povo para patrocinar um evento que deveria ser pago pelos donos da festa, a Fifa e a Globo? Por quê? Por quê?

Enlouqueceram? Claro que não. Essa turma faz isso há décadas, debaixo do nosso nariz. Todo mundo sempre soube que a conta toda dessa Copa do Mundo ia sobrar para o Estado brasileiro. Mas eles não precisavam exagerar. Faltou um mínimo de decência.

Os R$ 30 milhões pagos pelos contribuintes servirão para remunerar a Geo Eventos, empresa das Organizações Globo e do Grupo RBS. Ela foi contratada com exclusividade pelo Comitê Organizador Local (COL) da Copa do Mundo de 2014 para conseguir patrocínios para a tal festinha, a ser realizada dia 30 de julho.

Dizem os representantes da Geo que foram ao mercado e não encontraram nenhuma empresa interessada em por a mão no bolso. Duvido. Foram direto aos amigos de sempre, na certeza de que seriam atendidos, sem nenhum esforço. E cabe a pergunta: se ninguém se interessou em patrocinar essa bagaça, por que logo o governo do Estado e a prefeitura teriam que se meter a trouxas?

Quando vierem as próximas enchentes, quando outro bueiro explodir, quando algum turista for assassinado na orla, quando houver um novo arrastão no Túnel Rebouças, todos temos a obrigação de lembrar como é usado o dinheiro dos cidadãos cariocas e fluminenses. Tá vendo como esse pessoal se liga em você?

MITxCHELLL HISTORIADOR FILOSOFO PROVOCADOR

Amy Winehouse e a sociedade do consumo




Por Maurício Caleiro, no blog Cinema & Outras Artes:

Ainda que soe chocante tal afirmação, seria inexato dizer que o anúncio da morte de Amy Winehouse surpreendeu as pessoas – as inúmeras e frequentes recaídas, as rehabs mil, e o estado físico e psicológico da cantora sugeriam que esse seria um fim provável, ainda que talvez não se esperasse que ocorresse tão cedo.

Mas o fato choca, é claro, pelo que diz sobre os tempos atuais, sobre a interrogação que nos lança a respeito do que nos transformamos enquanto sociedade, sobre a banalidade da vida em uma era em que o consumo de tudo – bens materiais, drogas, fama, embelezamento artificial – tem de ser intenso e insaciável, mesmo que o preço a pagar seja a própria vida.

Comparações

Nas redes sociais, neste momento, chovem comparações entre a cantora e a tríade de jovens mártires da contracultura formada por Jim Morrison, Janis Joplin e Jimi Hendrix – os “meus heróis morreram de overdose” a que se refere Cazuza, outro que cedo nos deixou.

Ainda que as drogas tenham desempenhenhado um papel fundamental em todas essas mortes (incluindo a de Amy, mesmo que a causa mortis venha a ser outra), não parece uma comparação procedente: as mortes dos três músicos dos anos 60 derivam de um mergulho tão desmedido quanto apaixonado num novo modo de vida, anticapitalista, comunitário, em que a primazia do econômico e do racional desse lugar ao cósmico, ao energético, ao intuitivo. E é justamente como meio de intensificação de manifestação destas forças (hoje novamente subvalorizadas) que as drogas - como “expansoras da consciência”, segundo o mote do “papa do LSD”, Timothy Leary -, tiveram então um papel central.

The dream is over

A tragédia maior da morte da tríade de músicos deriva, portanto, justamente da desmistificação não só do poder social das drogas, mas, em um nível muito mais profundo, da evidência da inviabilidade do projeto contracultural de transformação do mundo que Janis, Jimi e Morrison representavam.

“O sonho acabou”, decretaria John Lennon algum tempo depois, relegando os anos 60 – que o crítico neomarxista Fredric Jameson definiu como um período marcado por “uma imensa e inflacionada emissão de crédito superestrutural” - a objeto de culto de jovens de todas as idades, saudosos do que não viveram.

Porém, ainda que os neocons torçam o nariz e que os mais sensíveis se espantem com a comercialização de camisetas de grife com a face de Che Guevara estampada, o legado dos anos 60 permanece como força ideológica e política, como eventos tão díspares como a campanha presidencial de Obama e as novas relações trabalhistas adotadas por algumas das mais avançadas e bem-sucedidas empresas do mundo o demonstram.

Sob a marca do efêmero

O triste fim de Amy Winehouse, cantora de talento evidentíssimo, voz e técnica vocal únicas e excepcional presença de palco, pertence a outro âmbito, o do niilismo e da falta atual de perspectivas, no marco da passagem de “de uma sociedade da satisfação administrada para uma sociedade da insatisfação administrada”, na qual, ante a satisfação de um desejo, a recompensa do ego é tão fugaz que, mal consumado, outra demanda é imediatamente colocada, e assim sucessivamente – como diagnostica Vladimir Safatle, em sua releitura de Lacan. Amy, vida e morte, é só a parte visível de um amplo e preocupante fenômeno, cuja principal vítima é a juventude.

Deriva dessa toada a talvez mais chocante constatação ante a morte da cantora: faz só oito anos que, discretamente, o álbum Frank foi lançado, e três que o sensacional Back in Black chegou às lojas, transformando-a definitivamente em um fenômeno midiático, arrebatando legiões de fãs e fazendo com que seu visual fosse copiado por adolescentes de todo o planeta.

Talvez seja por isso que, embora Amy Winehouse nos deixe aos 27 anos de idade, a impressão é a de que morre uma adolescente. O que traz toda a sensação de desperdício e de necessidade de reflexão social que uma tal perda acarreta.

HISTORIADOR FILOSOFO MITxCHELLL

sábado, 23 de julho de 2011

MAIS UM CAPÍTULO DA NOVELA: O BRASIL O PAÍS DO FUTURO!

“Custo Brasil” ou “lucro Brasil”?

Por 
Altamiro borges Ambiciosa e marota, ela difunde quA elite patronal adora falar no tal “Custo Brasil”. 



E a economia é vítima da alta carga tributária e do elevado custo da força de trabalho. Repetitiva, ela usa sua mídia para defender a redução dos impostos e o corte dos direitos trabalhistas. Os editoriais do jornalões e os comentários na TV são unânimes na defesa deste "pensamento único" neoliberal.

Felizmente, ainda há jornalistas na velha mídia que não se submetem às bravatas empresariais e exercitam com ética a profissão – pesquisando as reais causas que entravam o desenvolvimento da economia. É o caso do jornalista Joel Leite, especialista no setor automobilístico, que produziu uma reportagem no UOL que desmascara o discurso do Custo Brasil. Reproduzo alguns trechos:O carro mais caro do mundo“O Brasil tem o carro mais caro do mundo. Por quê? Os principais argumentos das montadoras para justificar o alto preço do automóvel vendido no Brasil são a alta carga tributária e a baixa escala de produção. Outro vilão seria o “alto valor da mão de obra”, mas os fabricantes não revelam quanto os salários – e os benefícios sociais - representam no preço final do carro. Muito menos os custos de produção, um segredo protegido por lei.A explicação dos fabricantes para vender no Brasil o carro mais caro do mundo é o chamado Custo Brasil, isto é, a alta carga tributária somada ao custo do capital, que onera a produção. Mas as histórias que você verá a seguir vão mostrar que o grande vilão dos preços é, sim, o Lucro Brasil. Em nenhum país do mundo onde a indústria automobilística tem um peso importante no PIB, o carro custa tão caro para o consumidor (...).Com um mercado interno de um milhão de unidades em 1978, as fábricas argumentavam que seria impossível produzir um carro barato. Era preciso aumentar a escala de produção para, assim, baratear os custos dos fornecedores e chegar a um preço final no nível dos demais países produtores. Pois bem: o Brasil fechou 2010 como quinto maior produtor de veículos do mundo e como quarto maior mercado consumidor, com 3,5 milhões de unidades vendidas no mercado interno e uma produção de 3,638 milhões de unidades. Três milhões e meio de carros não seria um volume suficiente para baratear o produto? Quanto será preciso produzir para que o consumidor brasileiro possa comprar um carro com preço equivalente ao dos demais países?Carga tributária caiu e preço do carro subiuO imposto, o eterno vilão, caiu nos últimos anos. Em 1997, o carro 1.0 pagava 26,2% de impostos, o carro com motor até 100cv recolhia 34,8% (gasolina) e 32,5% (álcool). Para motores mais potentes o imposto era de 36,9% para gasolina e 34,8% a álcool. Hoje – com os critérios alterados – o carro 1.0 recolhe 27,1%, a faixa de 1.0 a 2.0 paga 30,4% para motor a gasolina e 29,2% para motor a álcool. E na faixa superior, acima de 2.0, o imposto é de 36,4% para carro a gasolina e 33,8% a álcool.Quer dizer: o carro popular teve um acréscimo de 0,9 ponto percentual na carga tributária, enquanto nas demais categorias o imposto diminuiu: o carro médio a gasolina paga 4,4 pontos percentuais a menos. O imposto da versão álcool/flex caiu de 32,5% para 29,2%. No segmento de luxo, o imposto também caiu: 0,5 ponto no carro e gasolina (de 36.9% para 36,4%) e 1 ponto percentual no álcool/flex.Enquanto a carga tributária total do País, conforme o Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário, cresceu de 30,03% no ano 2000 para 35,04% em 2010, o imposto sobre veículo não acompanhou esse aumento. Isso sem contar as ações do governo, que baixaram o IPI (retirou, no caso dos carros 1.0) durante a crise econômica. A política de incentivos durou de dezembro de 2008 a abril de 2010, reduzindo o preço do carro em mais de 5% sem que esse benefício fosse totalmente repassado para o consumidor.As montadoras têm uma margem de lucro muito maior no Brasil do que em outros países. Uma pesquisa feita pelo banco de investimento Morgan Stanley, da Inglaterra, mostrou que algumas montadoras instaladas no Brasil são responsáveis por boa parte do lucro mundial das suas matrizes e que grande parte desse lucro vem da venda dos carros com aparência fora-de-estrada. Derivados de carros de passeio comuns, esses carros ganham uma maquiagem e um estilo aventureiro. Alguns têm suspensão elevada, pneus de uso misto, estribos laterais. Outros têm faróis de milha e, alguns, o estepe na traseira, o que confere uma aparência mais esportiva.Margem de lucro é três vezes maior que em outros paísesO Banco Morgan concluiu que esses carros são altamente lucrativos, têm uma margem muito maior do que a dos carros dos quais são derivados. Os técnicos da instituição calcularam que o custo de produção desses carros, como o CrossFox, da Volks, e o Palio Adventure, da Fiat, é 5 a 7% acima do custo de produção dos modelos dos quais derivam: Fox e Palio Weekend. Mas são vendidos por 10% a 15% a mais.O Palio Adventure (que tem motor 1.8 e sistema locker), custa R$ 52,5 mil e a versão normal R$ 40,9 mil (motor 1.4), uma diferença de 28,5%. No caso do Doblò (que tem a mesma configuração), a versão Adventure custa 9,3% a mais. O analista Adam Jonas, responsável pela pesquisa, concluiu que, no geral, a margem de lucro das montadoras no Brasil chega a ser três vezes maior que a de outros países.O Honda City é um bom exemplo do que ocorre com o preço do carro no Brasil. Fabricado em Sumaré, no interior de São Paulo, ele é vendido no México por R$ 25,8 mil (versão LX). Neste preço está incluído o frete, de R$ 3,5 mil, e a margem de lucro da revenda, em torno de R$ 2 mil. Restam, portanto R$ 20,3 mil.Adicionando os custos de impostos e distribuição aos R$ 20,3 mil, teremos R$ 16.413,32 de carga tributária (de 29,2%) e R$ 3.979,66 de margem de lucro das concessionárias (10%). A soma dá R$ 40.692,00. Considerando que nos R$ 20,3 mil faturados para o México a montadora já tem a sua margem de lucro, o “Lucro Brasil” (adicional) é de R$ 15.518,00: R$ 56.210,00 (preço vendido no Brasil) menos R$ 40.692,00.Isso sem considerar que o carro que vai para o México tem mais equipamentos de série: freios a disco nas quatro rodas com ABS e EBD, airbag duplo, ar-condicionado, vidros, travas e retrovisores elétricos. O motor é o mesmo: 1.5 de 116cv. Será possível que a montadora tenha um lucro adicional de R$ 15,5 mil num carro desses? O que a Honda fala sobre isso? Nada. Consultada, a montadora apenas diz que a empresa “não fala sobre o assunto”.Na Argentina, a versão básica, a LX com câmbio manual, airbag duplo e rodas de liga leve de 15 polegadas, custa a partir de US$ 20.100 (R$ 35.600), segundo o Auto Blog. Já o Hyundai ix35 é vendido na Argentina com o nome de Novo Tucson 2011 por R$ 56 mil, 37% a menos do que o consumidor brasileiro paga por ele: R$ 88 mil.
POSTADO POR: MITxCHELLL HISTÓRIADOR FILOSOFO

A seleção brasileira da TV Globo


Já são conhecidas as barreiras estabelecidas pela Rede Globo de Televisão junto à transmissão do futebol no país, influenciando até a formatação do Campeonato Brasileiro deste esporte. Mas pouco tem sido comentado acerca do monopólio de transmissão em território nacional dos jogos da seleção brasileira de futebol, que há décadas são veiculados apenas por uma emissora, a mesma Rede Globo de Televisão, líder do oligopólio midiático nacional. 


Na melhor das hipóteses, quando não possui interesse em exibir, a Globo decide e repassa a outro operador.


Se no caso do Campeonato Brasileiro já se colocaram vários questionamentos sobre as opções do torcedor-consumidor de assistir ao seu time do coração, quando isso ocorre com a seleção do país o nível de questionamentos sobre os processos de negociação deveria aumentar, mas não é o que tem ocorrido. Afinal, alguém sabe ou ouviu falar como se dá a licitação dos direitos de transmissão desses jogos?Para se ter uma ideia, o primeiro jogo da seleção após a Copa do Mundo de 2010 sequer foi veiculado por TV aberta porque se iniciaria às 21h, horário da principal telenovela da grade de programação da Globo. Mesmo que a transmissão da partida contra os Estados Unidos tenha sido transmitida de forma gratuita pelo portal Globo.com, com direito à mesma equipe de reportagem, a possibilidade de acesso à internet é bem menor, ainda mais se for considerado o preço do serviço com velocidade que permita assistir uma transmissão ao vivo pela rede. De evento gratuito, indiretamente virou algo que o torcedor de alguma forma teve de pagar.Transmissão exclusiva em TV abertaPara os amistosos e eventos da Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol), paira o silêncio de informações. Para se ter uma ideia, a atual edição da Copa América não pode ser transmitida pelo YouTube por conta do contrato de transmissão local. Já nos torneios oficiais da Federação Internacional de Futebol e Associados (Fifa), casos da Copa das Confederações e da Copa do Mundo, há um processo de licitação para todas as mídias – inclusive para o rádio, que não entra na negociação dos torneios brasileiros. Seja em TV aberta ou fechada, há muitas edições da Copa do Mundo as Organizações Globo detêm os direitos de transmissão, optando por repassá-lo ou não para outras emissoras.Analise-se como se deu esse processo nos três Mundiais realizados neste século. A Globo transmitiu sozinha o Mundial da Coreia do Sul/Japão, em 2002, por conta até mesmo de uma falta de expectativas no time que viria a ser pentacampeão mundial e também devido aos horários dos jogos, que ocorreriam de madrugada ou pela manhã. Ao longo do torneio, e também por causa do avanço do selecionado nacional, a emissora conseguiu atingir recordes de audiência, não previstos de serem conquistados nestes horários.Para a Copa do Mundo da Alemanha, em 2006, a opção da Rede Globo foi por transmitir de forma exclusiva em TV aberta, dado o sucesso do torneio anterior e do próprio escrete nacional, que contava, por exemplo, com um Ronaldinho Gaúcho duas vezes eleito o melhor jogador do mundo. Em televisão fechada, houve o repasse para o BandSports, do Grupo Bandeirantes, que naquele evento contou com a principal equipe de transmissão da Band.Exclusividade continuará em 2014Em 2006, houve uma denúncia por parte da Rede Record contra a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) e a Fifa, já que a emissora alegara que ofereceu o dobro do que oferecera a líder do oligopólio midiático nacional e ainda assim não ficou com os direitos de exibição da edição seguinte do evento. A Fifa respondeu que a negociação ficava por conta das federações nacionais; já a CBF alegou que as “relações históricas” entre a Globo e a entidade, com sua experiência comprovada nas transmissões, foram levadas em consideração.Seguindo a evolução da parceria no futebol em geral, retomada em 2004, após a Record recusar os limites impostos pela Rede Globo, à Band foi repassado o direito de transmissão da Copa do Mundo da África do Sul, em 2010, assim como da Copa das Confederações, evento preparativo para o Mundial no ano anterior. Como, em quatro anos atrás, o selecionado nacional chegava como um dos principais favoritos, apesar das críticas ao técnico Dunga – que, inclusive, criou um inédito mal-estar entre a CBF e as Organizações Globo, principalmente a partir do veto imposto por ele às benesses que só a emissora tinha, como entrevistar de forma exclusiva o próprio treinador e jogadores.Daqui a três anos, o maior evento do futebol mundial ocorrerá no Brasil e, até o ponto que se sabe, não há uma definição clara sobre as transmissões, a não ser que a Rede Globo será uma das exibidoras. A emissora continuará com a exclusividade em veicular os amistosos da seleção – por mais que não se saiba como se dá esse acordo – e poderá repassar os demais torneios para a sua parceira, a Band, que não representa um perigo para a líder, já que em regra não disputa os primeiros lugares de audiência. Neste ano, os campeonatos sul-americanos de categorias de base – onde a Globo só transmitiu a final do sub-20 porque garantiria vaga nos Jogos Olímpicos, que ela não irá exibir – e da Copa do Mundo de Futebol Feminino são exemplos desses eventos repassados.Jogos serão narrados pela mesma vozSe, para os Jogos Olímpicos de 2016, que ocorrerão no Rio de Janeiro, o Comitê Olímpico Internacional optou por dividir a transmissão entre as principais emissoras brasileiras, não é de se esperar que o bom senso prevaleça em relação ao Mundial de futebol. Basta olhar as recentes denúncias envolvendo a Fifa e a CBF, através de seus presidentes, Joseph Blatter e Ricardo Teixeira, que estarão nos cargos até lá.Os jogos de futebol da seleção que representa o país com mais títulos mundiais deverão continuar a ser narrados pela mesma voz, a qual, inclusive, foi alvo de campanha durante a Copa da África do Sul, espalhada mundialmente por uma rede social, por mais que a responsabilidade de escutar-se somente ela (e seu ufanismo) em jogos do Brasil não seja do seu proprietário, mas de quem  o paga. 


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sexta-feira, 22 de julho de 2011

TEST DRIVE DA CLASSE A


  • (+34)
Singela homenagem do MITxchelll à Classe Merdia
Coesionar, sonhático … 


E, como não podia deixar de ser, abre com um conjunto de declarações inúteis do Farol de Alexandria –(FHC) por exemplo, a internet ajuda a democracia.

Pior que a obviedade, porém, é a semelhança das declarações do Farol de Alexandria com as da Bláblárina Silva (Marina Silva), ao deixar o PV sem revelar o que se esconde no armário do PV (de São Paulo).

O Farol e a Blá-blarina anunciam uma era de democracia sem partidos.

Uma democracia que brota com naturalidade, espontânea, que se agrupa em torno de instituições sem forma e sem tradição. 

Deve ser por conta das recentes derrotas políticas que nasceu esse espontaneismo.

Convém lembrar que o Fernando Henrique foi quem disse que o partido dele, o PSDB pode desistir do povão
O negócio, agora, é bajular a Classe C.

O problema é o Fernando Henrique e o Cerra se apresentarem à Classe C como seus espontâneos representantes.

No Observador Político, Fernando Henrique diz assim:

Hoje em dia, a política não é de um partido, de uma instituição, de um líder – é de todo mundo
(sic).

Disse a Bláblarina, ao sair do PV (sem contar o que viu lá dentro):

EXTERMINADOR DE MÍDIA CARA-PALIDA HISTORIADOR FILOSOFO MITxCHELLL 
“Estamos procurando metabolizar (sic) uma nova forma de fazer política, não há ainda uma fórmula. As pessoas estão na expectativa, mas também estou. Não deve ser criada a ilusão da velha liderança.”
Disse o Farol de Alexandria:

Um líder dar ordem não vai mudar o mundo. O que vai mudar o mundo é participar.  A internet sozinha também não vai fazer a democracia. É preciso organizar, criar instituições. 
E, aí, amigo navegante, o ponto alto da estréia: 

A internet ajuda a aprender com os outros, ajudas as pessoas a se coesionarem.

Coesionarem !

Mas, nem aí ele consegue bater a Blá-blarina, que, ao sair do PV não contou quantos esqueletos viu no armário: 

“Não é hora de ser pragmático, é hora de ser sonhático e de agir pelos nossos sonhos”.

A coisa está feia: o coesionamento produz o sonhático !

Essa Presidenta tem uma sorte …