ATTENAS AULAS

sexta-feira, 22 de julho de 2011

TEST DRIVE DA CLASSE A


  • (+34)
Singela homenagem do MITxchelll à Classe Merdia
Coesionar, sonhático … 


E, como não podia deixar de ser, abre com um conjunto de declarações inúteis do Farol de Alexandria –(FHC) por exemplo, a internet ajuda a democracia.

Pior que a obviedade, porém, é a semelhança das declarações do Farol de Alexandria com as da Bláblárina Silva (Marina Silva), ao deixar o PV sem revelar o que se esconde no armário do PV (de São Paulo).

O Farol e a Blá-blarina anunciam uma era de democracia sem partidos.

Uma democracia que brota com naturalidade, espontânea, que se agrupa em torno de instituições sem forma e sem tradição. 

Deve ser por conta das recentes derrotas políticas que nasceu esse espontaneismo.

Convém lembrar que o Fernando Henrique foi quem disse que o partido dele, o PSDB pode desistir do povão
O negócio, agora, é bajular a Classe C.

O problema é o Fernando Henrique e o Cerra se apresentarem à Classe C como seus espontâneos representantes.

No Observador Político, Fernando Henrique diz assim:

Hoje em dia, a política não é de um partido, de uma instituição, de um líder – é de todo mundo
(sic).

Disse a Bláblarina, ao sair do PV (sem contar o que viu lá dentro):

EXTERMINADOR DE MÍDIA CARA-PALIDA HISTORIADOR FILOSOFO MITxCHELLL 
“Estamos procurando metabolizar (sic) uma nova forma de fazer política, não há ainda uma fórmula. As pessoas estão na expectativa, mas também estou. Não deve ser criada a ilusão da velha liderança.”
Disse o Farol de Alexandria:

Um líder dar ordem não vai mudar o mundo. O que vai mudar o mundo é participar.  A internet sozinha também não vai fazer a democracia. É preciso organizar, criar instituições. 
E, aí, amigo navegante, o ponto alto da estréia: 

A internet ajuda a aprender com os outros, ajudas as pessoas a se coesionarem.

Coesionarem !

Mas, nem aí ele consegue bater a Blá-blarina, que, ao sair do PV não contou quantos esqueletos viu no armário: 

“Não é hora de ser pragmático, é hora de ser sonhático e de agir pelos nossos sonhos”.

A coisa está feia: o coesionamento produz o sonhático !

Essa Presidenta tem uma sorte …

quinta-feira, 21 de julho de 2011

PRESIDENTE OU PRESIDENTA?

O sociólogo Marcos Coimbra, que dirige o instituto de pesquisas Vox Populi, publica hoje, no Correio Brasiliense, um artigo onde traça paralelos – e as diferenças – entre as presidentas do Brasil, Dilma Rousseff, e a da Argentina, Cristina Kirchner.
Vale a pena ler o trecho final:
Ambas têm muitas coisas em comum. Algumas são grandes e significativas, outras parecem pequenas e irrelevantes. Mas não são.
As duas gostam, por exemplo, de ser chamadas “presidentas”. Mas externaram a preferência de maneiras completamente distintas.
Ainda na campanha, Cristina deixou mudos seus simpatizantes quando interrompeu um comício em que a palavra de ordem “Cristina presidente” era entoada por milhares de pessoas. Enraivecida, deixou claro que considerava a expressão uma manifestação de machismo. Com o dedo em riste, disse a todos que teriam que se acostumar com a nova forma e repetiu “presidenta” esticando a pronúncia do “a” final, como um mantra: “presidentaaa”.
Consta que, nos primeiros tempos na Casa Rosada, seu cerimonial devolveu centenas de correspondências endereçadas com a grafia que repudiava. Nas entrevistas, não responde se for tratada como “presidente”.
Aqui, a mídia procura ridicularizar quem faz como Dilma pede. Que não é qualquer atentado ao vernáculo: todos os principais dicionários registram “presidenta”. É por pura antipatia que nossos jornais insistem em lhe negar o direito de escolher o tratamento.
Cristina, face à permanente intransigência da grande imprensa contra seu governo, tem respondido com retaliações diretas e indiretas. A Ley de Medios que seu governo propôs (e que o Parlamento aprovou por larga maioria) procura romper os oligopólios de comunicação e franquear o acesso de entes públicos e comunitários à radiodifusão.
Há quem diga que seria bom para a Argentina se Cristina aprendesse algumas coisas com Dilma (a educação e a paciência, por exemplo). Mas a recíproca talvez valha: e se Dilma tivesse mais de Cristina, o que diria muita gente por aqui?”
EU SOU FEMINISTA E CHAMO DE PRESIDENTA! E QUE AS MULHERES DOMINEM O MUNDO!
SOU HISTORIADOR FILOSOFO MITxCHELLL - EXTERMINADOR DE MÍDIA CARA-PALIDA! 

terça-feira, 19 de julho de 2011

REDE BOBO SAI DO ARMARIO

Globo volta “para o armário” e corta cenas gays de novela das 9

A TV Globo, reduto do moralismo hipócrita no Brasil, resolveu se “manter no armário”. A emissora da família Marinho resolveu jogar um balde de gelo no núcleo s gay da novela das 21 horas, Insensato Coração.

Os autores da novela, Gilberto Braga e Ricardo Linhares, foram chamados na semana passada para uma conversa com o diretor-geral de entretenimento da emissora, Manoel Martins. Na pauta: a determinação da Globo para que a história dos homossexuais Eduardo (Rodrigo Andrade) e Hugo (Marcos Damigo) fosse completamente esfriada no folhetim.

As novas cenas de Hugo e Eduardo, assim como as cenas de conversa sobre o assunto entre Eduardo e sua mãe, vivida por Louise Cardoso, serão descartadas. Aos autores e atores, a Globo pediu silêncio.

Mas nada de instigar o beijo gay nem a ira de entidades que possam encarar a iniciativa como preconceito. A ordem é esfriar o assunto sem polemizar.

Além do corte das cenas, os autores foram instruídos a não carregarem bandeira política — e a pararem de fazer apologia pela criação de uma lei que puna a homofobia. Já as cenas engraçadas do personagem Roni (Leonardo Miggiorin) estão liberadas.

Procurada, a Globo, via assessoria, diz que a televisão é um veículo de massa (jura?). Por isso, “precisa contemplar todos os seus públicos e faz parte do papel da direção zelar para que isso aconteça”.

Mas e o público LGBT? Quando é a Globo sairá do armário e terá coragem de dialogar com gays e lésbicas?

 REDE BOBO ÍNSITA A BOIOLAGEM E DEPOIS QUER PAGAR DE CONSERVADORA! VAI TE CATAR VÉNUS DE PLATINA...

Da Redação, com informações da Folha de S.Paulo





POSTADO POR : HISTORIADOR FILOSOFO MITxCHELLL

segunda-feira, 18 de julho de 2011

LEIA E TENHA NOJO DA: REDE GLOGO, GALVÃO, RT E DO FUTEBOL...


Ricardo Teixeira recebe indulgência de revista de banqueiro


Jennings: Mr. Teixeira, o senhor aceitou a propina ? (E ele foge)

Segundo Sebastião Nery, a revista paulistana “Piauí” é de banqueiros por banqueiros para banqueiros.

Bingo !

Ricardo Teixeira foi uma espécie de banqueiro antes de abancar-se, vinte e dois anos atrás, na CBF.

RT (RICARDO TEIXEIRA - O LIXO) só dá entrevista ao Galvão.

Abriu exceção à Piauí.

Por um bom motivo.

É a entrevista do tipo “púlpito”.

Entrega na bandeja as acusações para RT se defender.

Não faz nenhuma acusação nova, que surpreenda o Rei do Futebol.

Para tudo ele tem uma reposta pronta.

Como as que dá faz tempo.

E aí reside o perigo.

RT é o que se imagina que ele seja.

Um desbocado, grosseiro, vulgar, inescrupuloso, arrogante, deslumbrado.

Sobre as acusações de corrupção, ele ” … e anda”.

Ou ” … um monte”.

Esse é o estadista que se senta na mesa com o Governo da República para realizar a Copa.

O sócio preferencial da Globo (e do Galvão, seu Primeiro Entrevistador).

( O que lembra o depoimento de outro sócio preferencial da Globo e do RT, o presidente do Corinthians, que se referiu à Globo como uns “gangsters”.)

E do ex-Governador de Minas, Aécio Never, que, em nome de velha amizade, merecerá no Mineirão a abertura da Copa.

RT diz que prende e arrebenta.

Que vai “retaliar” contra quem falar mal dele.

Não vai credenciar a BBC, que provou sua participação numa operação de propina com o sogro e mentor, João Havelange.

Aí, o valentão pode se estrumbicar.

Usar o cargo – e a Globo – para cercear a liberdade de imprensa, de expressão.

Se a Receita Federal, o Ministério Publico, o Congresso, a Polícia Federal acham que o RT age dentro da Lei, que, como ele diz, a CBF não recebe um tusta do Governo e, por isso, ele faz o que bem entender – se tudo bem …

Pode aparecer um advogado, um jornalista, um cidadão do tipo do Dr. Piovesan, que pediu o impeachment do Gilmar e querer o impeachment do RT.

A “entrevista” deixa explícito o que sempre se soube.

RT e a Globo são unha e carne.

Cheque e contra-cheque.

A única revelação que ali se encontra é a descrição de como a Globo manipulou a melancólica, multi-patética “despedida” do Fenômeno da seleção contra a Romênia (!).

Os passos, os filhos, o discurso do Ronaldo -  foi tudo coreografado por um “diretor” da Globo.

Ate o merchandising, aquele esparadrapo fininho no nariz do Ronaldo.

O que o Ronaldo levava nas narinas a Globo punha no bolso: um anúncio do esparadrapo no intervalo comercial.

Como se sabe, RT e a filha dirigem a instituição que vai supervisionar o emprego de bilhões em obras da Copa.

É um  monte de dinheiro – um pouco mais do que o Coutinho ia dar ao Abiliô, não fossem argumentos como os do professor Lessa.

Tudo isso na mão de alguém que foge de um repórter – da BBC (o repórter da Piauí merece que RT pague todas as contas de restaurantes na Suíça).

O repórter – Andrew Jennings – lhe pergunta: Mr. Teixeira, o senhor aceitou a propina ?

Teixeira foge para o carro.

Esse homem, cuja reputação envergonha o futebol brasileiro, vai determinar – com a FIFA e a Globo – onde, quando, como será a Copa.

E por quanto.

Até a segurança.

Como se sabe, RT convocou para ser o guardião da segurança da Copa o notório Dr. Luiz Fernando Corrêa, que des-republicanizou a Polícia Federal, submeteu o delegado Protógenes a mais processos judiciais do que o Maníaco do Parque, e até hoje não achou o áudio do grampo.

Diante do repórter da BBC, RT não demonstra nada que se pareça com a auto-confiança com que ele se exibe no programa “Bem amigos” do Galvão.

(O que se passa com a mão esquerda do Galvão, para balançar tanto ?)

A “entrevista” na revista da Febraban expõe a linguagem de RT – a vulgaridade , a grossura.

RT é isso.

Só no Brasil mereceria esse perfil indulgente.

Como se fosse da revista da CBF.

Essa revista sofre de mitomania.

O seu editor chefe, por exemplo, escreveu um livro em que dedica duas dezenas de elogios ao Roberto Marinho.

Por isso, talvez, tenha descrito Daniel Dantas como se fosse uma cruza de São Francisco de Assis com Lord Keynes.

FHC, uma cruza de De Gaulle com Rousseau.

Apesar de toda a indulgência , o Farol deixou escapar uma impropriedade: considera o Sete de Setembro uma “palhaçada”.

Nada que surpreenda os editores da revista, que devem concordar.

O perfil de Cerra não conseguiu cruzar nada com nada.

Falta substancia ao perfilado.

E, com toda a indulgência, a Piauí revelou um traço paranóico: Cerra, como Howard Hughes, desinfeta a mão logo após cumprimentar estranhos.

Nada que surpreenda, como o Ricardo Teixeira.

Dava para imaginar que RT só conseguiria se expressar em linguagem de taverna

TUDO BEM A REDE RECORD NÃO É LIMPA PARA DENUCIAR O BANDIDO DO RT, MAS MESMO VINDO DA EMISSORA DA "FÉ" QUE VIVE COM O DINHEIRO DOS DIZIMOS AS ACUZAÇÕES SÃO VERDADEIRA E NOS DEIXAM COM UM SENTIMENTO DE IMPUNIDADE! 
HISTORIADOR FILOSOFO MITxCHELLL - DE FÉRIAS NOS JARDINS DE TÂNTALO.  #
#LUGAR INEXISTENTE SEGUNDO A MITOLOGIA GREGA. 

quinta-feira, 14 de julho de 2011

Eminentíssimo filosofo historiador MITxCHELLL - O senhor acha que o brasileiro gosta de ler?

SOLTANDO A SERPENTE!


Obrigada pela bela a presentação, diga-se de passagem feita por mim mesmo, como diria Erasmo de Hoterdã: se não há quem te elogie, elogie a si mesmo!.


Espero que alguém leia minha tênue opinião:


Não sei. rs
Mas vou argumentar o Brasil pra mim  é um mistério. Tem editora para toda parte, tem livro para todo lado. Vi uma reportagem que dizia que a cidade de Buenos Aires tem mais livrarias que em todo o Brasil. Lê-se muito pouco no Brasil. Parece que o povo que mais lê é o filandês, que lê 30 volumes por ano. Agora dizem que o livro vai acabar, né?
Eu espero e acredito que não! 
Na decada de 60 havia em uma cidade de São Paulo 4 bibliotecas e 2 academias de ginasticas. Pasmem, hoje existem 2 bibliotecas e quase 30 academias de ginasticas. I don't belive! 
Eu sonho que um dia tenha em nosso país tantas bibliotecas e livrarias quanto farmácias! Para curar nossa falta de leitura e deixarmos o comodismo de ficarmos deitados eternamente em berços esplendidos! AVE! 


HISTORIADOR FILOSOFO MITxCHELLL -

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Nem amor nem revolução

Sítio o vermelho

Eu havia prometido não escrever nada sobre a telenovela “Amor e Revolução” enquanto o poeta e ex-preso político Alípio Freire não me antecedesse. Isso porque ele foi um dos primeiros a perceber em que o folhetim do SBT ia dar. Mas não pude mais me conter, depois de ler isto na Folha de São Paulo:


“Silvio Santos reclama de ibope baixo e novela troca drama por humor
O dono do SBT, Silvio Santos, reclamou do baixo desempenho da novela ‘Amor e Revolução’ em reunião nesta terça-feira, no Complexo Anhanguera. Silvio fez a queixa diretamente ao autor da novela, Tiago Santiago, que se prontificou a efetuar várias mudanças.
A despeito da repercussão e polêmica que a novela desencadeou na internet, ‘Amor e Revolução’não passa de cinco pontos de média na Grande São Paulo. Cada ponto equivale a 58 mil domicílios assistindo à história, que se passa na ditadura militar.
Dentro de duas semanas a novela sofrerá uma guinada de 180 graus. Diálogos sobre política, personagens discursando para criar contextualização histórica, assuntos referentes a militares serão praticamente abolidos da história. Em seu lugar haverá mais cenas de humor, amor e outros relacionamentos.
Procurado pela reportagem nesta tarde, Santiago não quis comentar sobre a ‘bronca’ de Silvio Santos, mas confirmou que a novela terá algumas mudanças de rumo. ‘Nós de fato vimos várias pesquisas, e as pessoas à noite querem rir, se emocionar. Vamos acabar com o tema político mesmo’, admitiu Santiago, que acrescentou: ‘Nunca mais vou fazer novela sobre política’ ".
Comento rápido: talvez Sílvio Santos não tenha percebido, mas há muito “Amor e Revolução” faz humor involuntário. De militares que andam de farda na intimidade de suas casas, passando por presos torturados que metem bronca nos torturadores, sempre com uma língua fluente que nem toma conhecimento dos choques elétricos que levou, a novela tem mostrado na televisão uma ignorância de tempo, lugar e vidas de tal maneira, que até parece galhofa.  

Escrever em folhetim de televisão sobre a história tem sido  um fiasco, desde a minissérie JK na TV Globo. Se em JK os laços que prendiam Juscelino Kubitschek à realidade eram laços de fita, de chapéus, cenários e músicas de época, em “Amor e Revolução” a realidade são guerrilheiros e militares caricatos, que falam frases de cartilha, didáticas. Como as de um personagem que explicou num capítulo, por exemplo: “Dops. Dops é o nome com que é conhecido o Departamento de Ordem Política e Social. D-O-P-S: Dópis”...
Salvava a novela até então, como uma cereja em um bolo amargo, os depoimentos. Depois das palhaçadas grosseiras do Ratinho antes, depois de penar a ver cenas, diálogos que os circos da periferia fazem com melhor arte, vinham os depoimentos reais, verdadeiros, de militantes que sobreviveram à tortura. Até então, podia-se dizer: pulem a novela, vejam o depoimento. De fato, houve alguns deles que se aproximaram do sublime. Assim era. Mas a ressalva não durou muito.
Todo o prometido pela produção da telenovela, de que “para dar credibilidade à história e acontecimentos narrados na novela, seria exibido no fim de cada capítulo um depoimento de um guerrilheiro, artista, familia de desaparecidos que participou desse momento tão importante para a democracia no Brasil”, veio por água abaixo com os depoimentos de torturadores, de militares criminosos ainda sem julgamento no Brasil, mais adiante.
Dizer o que mais agora?
“O autor decidiu ainda que as personagens de Luciana Vendramini e Gisele Tigre (Marcela e Mariana) terminarão juntas -- talvez com direito a casamento -- e que haverá mais cenas ‘lésbico-eróticas’ entre elas”, completa a notícia.
Aquela ilusão de que “Amor e Revolução” retomasse a história que não foi conhecida, porque ao povo seria dada a oportunidade de saber o drama e valor de uma geração violentada, cai por terra.  Quem tiver dúvida, anote a última: nos bastidores do SBT, a novela ganhou o apelido de "Sessão Privê", ou de sexo na tevê. Quem leu os próximos capítulos fala que virão cenas fortes e apelativas. Ou seja, nem amor nem revolução, ao fim.
Em Pneumotórax, Manuel Bandeira escreveu que, para um tuberculoso no começo do século vinte, o melhor a fazer era tocar um tango argentino. Para nós, que acreditamos no poder da arte, em 2011 podemos concluir: o melhor a fazer é voltar à liberdade da literatura. Ela saberá dizer o que as telenovelas não podem, por limitação de gênero, veículo, ibope e grana.

HISTÓRIADOR FILOSOFO MITxCHELLL

O BLOG QUE VAI VIRAR SITE!

Filme Estamos Juntos embaralha o fantástico e a realidade social

Sete anos depois de Cabra Cega, Toni Venturi apresenta Estamos Juntos, um novo longa-metragem de ficção. Sete anos é um ciclo de vida, um período em que muita coisa pode acontecer – como, no caso dele, diversos documentários e campanhas publicitárias. Ocorre que esses dois filmes parecem ter sido feitos por pessoas diferentes.

Por Luciano Ramos*, para o Pipoca Moderna



Em lugar da objetividade histórica do primeiro, no qual Venturi focalizava o relacionamento de um guerrilheiro com os companheiros que o escondiam, temos aqui uma narrativa quase fantástica que nos permite visualizar certas coisas imaginadas pela protagonista interpretada por Leandra Leal. Há um misterioso personagem que dialoga com ela (Lee Taylor), apenas quando se encontra a sós, e que talvez sirva para sublinhar a sua solidão. Ou, quem sabe, para que a personagem não seja constrangida a falar sozinha.

O peso da realidade contemporânea, no entanto, está bem presente no roteiro. Há uma médica residente que também trabalha como voluntária para um movimento de sem-teto, até se descobrir mortalmente enferma.

A protagonista do filme, vencedor de sete prêmios no festival Cine-PE, é uma moça do interior, pobre e solitária em cujo horizonte nada parece dar certo. Seu único amigo é um DJ (Cauã Raymond) cujas preferências e ritmo de vida pouco têm a ver com os dela. Relaciona-se afetivamente com homens errados e se agarra ao trabalho voluntário como um náufrago a uma tábua esburacada.

Como personagem, nem chega a apresentar algum traço de caráter que nos leve à identificação com ela, o que constitui um desafio para habilidade da atriz Leandra Leal.

Ainda que seguro,visualmente imaginativo e competente como diretor, Toni Venturi não resistiu à tentação de abrir na narrativa uma vertente social que prejudicou sua fluência. Aproveitando imagens reais que ele mesmo produzira para o documentário Dia de Festa (2006), com cenas documentais da ocupação de um prédio desabitado no centro de São Paulo, ele toca em assuntos que, mesmo interessantes em si, desviam o foco da trama central. Mas, pode ser até que esse fato não seja tomado como defeito, e sim como qualidade.



HISTORIADOR FILOSOFO EGIPTOLOGO MITxCHELLL

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Música Eduardo e Mônica sai da vitrola e vira filme na internet


Para marcar este 12 de junho a história de amor mais cantada do Brasil virou filme. Em parceria com a produtora 02 Filmes, do diretor Fernando Meirelles (Cidade de Deus" e Ensaio sobre a Cegueira), uma empresa de telefonia celular prestou uma homenagem a Eduardo e Mônica, clássico da Legião Urbana lançado há 25 anos. No vídeo, divulgado na terça-feira (7), a companhia recria os passos do casal que deu certo apesar das diferenças.



A homenagem, revelada aos poucos, chegou a ser anunciada por sites e blogs como a produção de um longa metragem inspirado na canção. A O2 Filmes, no entanto, diz nunca ter divulgado a campanha como se fosse um longa.

A confusão se deu em meio à produção do filme Faroeste Caboclo, longa metragem inspirado em outra das músicas mais famosas de Renato Russo.

Fonte: Da redação, com agências

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Charlie Chaplin Tempos Modernos

Ai esta o grande filme de Charlie Chaplin

PARTE 1

PARTE 2

PARTE 3

PARTE 4

PARTE 5

PARTE 6

PARTE 7

PARTE 8

PARTE 9

PARTE 10 - FIM


sábado, 28 de maio de 2011

ESPERTACULAR DOCUMENTÁRIO BRASILEIRO - "NÓS QUE AQUI ESTAMOS POR VÓS ESPERAMOS". FERNANDO MASAGÃO

É PARA DESIDRATAR SE VOCÊ TEM CORAÇÃO
PARTE 1 
PARTE 2


PARTE 3


PARTE 4 

PARTE 5

PARTE 6

PARTE 7 

 PARTE 8 - FINAL
 

HISTORIADOR FILÓSOFO MITxCHELLL - EXTERMIADOR DA MÍDIA CARA-PALIDA E INIMIGO DOS VICE TRECO DOS SUB TROÇOS!

domingo, 22 de maio de 2011

EM BUSCA DE AUDIÊNCIA A QUALQUER CUSTO! VAI TE CATAR SILVIO SANTOS DONO DO SBSTEIRA!

Após cena com lésbicas, novela do SBT terá beijo entre homens

Depois de entrar para a história por protagonizar o primeiro beijo homossexual em uma novela brasileira, o autor Tiago Santiago vai seguir em frente com as polêmicas de Amor e Revolução.

Na semana passada, o folhetim do SBT mostrou um beijo entre as personagens Marcela (Luciana Vendramini) e Marina (Giselle Tigre) (veja o vídeo). Agora, vai mostrar uma cena protagonizada por dois homens, de acordo com o colunista do Yahoo! Leo Dias.

Quem dará vida à sequência – que já foi escrita – são os atores Carlos Thiré e Lui Mendes, que interpretam o diretor de teatro Chico Duarte e o carcereiro Jeová, respectivamente. A previsão é que a cena entre no ar no início de julho.

Mas, temendo a reação do público, Santiago afirmou que pretende soltar um aviso prévio sobre o acontecimento. "Estou propondo para que, antes da cena entrar no ar, um locutor avise que haverá uma cena de um beijo entre dois homens", disse à coluna. "Isso é para não pegar ninguém de surpresa."

Mais polêmicas

A novela não vai estacionar na temática da homossexualidade; Amor e Revolução quer ir mais longe e, para isso, vai cutucar o catolicismo.

Em texto publicado na Folha.com, o colunista Alberto Pereira Jr. diz que Santiago se prepara para colocar a personagem de Marilice Cosenza na novela, e que ela aparecerá grávida do padre Inácio – vivido por Pedro Lemos.

I'DONT BELIVE - DESSE JEITO EU VOU SER PRESO POR HOMOFOBIA! 
HISTORIADOR FILÓSOFO MITxCHELLL - DESBANALIZANDO O BANAL.

QUANTO VALE O CQC? ESPERO QUE ELES NÃO SE VENDAM! PORQUE CERTAMENTE HÁ QUEM COMPRE!

Mesmo com piadas controversas, comediantes do "CQC" faturam alto

Enquanto a mídia repercute a polêmica em torno das piadas de Danilo Gentili no Twitter (sobre judeus, metrô e Auschwitz) e de Rafinha Bastos no seu solo de "stand-up" (sobre estupro e mulheres feias), a receita publicitária do programa que os projetou, o "CQC" (Band), não para de crescer.
Quem quiser desembolsar de R$ 360 mil a R$ 2,4 milhões (preço de tabela) por uma das ações de merchandising do programa terá de enfrentar uma fila de até seis meses, a depender de que algum dos 12 anunciantes atuais abra mão da vaga.
Já para anunciar nos intervalos, o custo é de R$ 108 mil (preço de tabela) por uma propaganda de 30 segundos.
Para um programa que vai ao ar na segunda à noite e tem audiência média de seis pontos no ibope, o valor é considerado alto. Cada ponto equivale a 58 mil domicílios na Grande São Paulo.
Maria do Carmo - 23.out.10/Folhapress
Rafinha Bastos (alto) e Danilo Gentili continuam faturando alto apesar de piadas polêmicas no Twitter
Rafinha Bastos (alto) e Danilo Gentili continuam faturando alto apesar de piadas polêmicas no Twitter

Uma propaganda de 30 segundos no "Pânico" (Rede TV!), que é exibido aos domingos, dia considerado mais nobre, com dez pontos de audiência, sai por R$ 179 mil (preço de tabela).
"Se nosso público começar a ficar incomodado com esse tipo de humor e deixar de assistir ao programa, talvez a gente deixe de patrociná-lo, porque estou de olho no público e na maneira bacana com que o programa chega até ele", afirma Gabriela Onofre, diretora da P&G, que cuida da Gillette, uma das patrocinadoras.
Outro atributo associado ao programa, segundo os anunciantes, é o potencial de repercutir a publicidade nas redes sociais. Para ter uma ideia, os CQCs chegam a tuitar propaganda.
Em merchandising, os humoristas embolsam de 5 a 15% da verba, na maioria dos casos. Essa prática, porém, tem sido cada vez mais questionada no meio.
De um lado, as atrações do programa tentam transmitir a imagem da comédia feita com uma visão crítica do mundo. Nesse aspecto, o "CQC" se diferencia de qualquer outro humorístico, propondo-se desmascarar as mazelas da classe política.
"A questão é o rabo preso. Acho extremamente contraditório o artista posar como paladino da cidadania e depois abrir uma lata de refrigerante. A credibilidade vai para o brejo", comenta um famoso comediante, que preferiu não se identificar.
Mas não é a TV a principal fonte de renda dos CQCs. Basta pensar que, nos shows de "stand-up", a média do ingresso é de R$ 30 para um auditório de 400 pessoas, e 80% da bilheteria vai para o bolso dos comediantes.
Danilo é considerado um excelente artista no ofício e costuma se apresentar mais de uma vez por semana. Ele e Rafinha, aliás, são sócios de um bar de "stand-up".
BASTIDORES
O que mais se escuta dentro da equipe é que no "CQC" a piada é o que conta. Em uma inversão da lógica jornalística, o mais importante não é a resposta recebida, e sim a pergunta feita.
Os comediantes costumam dizer que praticam um "jornalismo moleque", mais descompromissado.
A ordem é sempre criar situações de confronto e constrangimento. Isso, quando dá certo, é comemorado.
A pauta do programa é inspirada no noticiário e existe uma preocupação em não soar popularesco.
Na esteira da polêmica da piada de Auschwitz, nenhum dos comediantes do programa procurados pela Folha se dispôs a falar.
A reportagem informa que não utilizou os métodos do "CQC" para se aproximar dos entrevistados.

ESPERO QUE O CQC NÃO TENHA O MESMO FIM DO "CASSETA E PLANETA" QUE COMEÇOU NA DECADA DE 1990 E TERMINOU COM UM HUMOR SEM GRAÇA E ACRITICO! PRINCIPALMENTE COM A MORTE DO BUÇUNDA!
HISTORIADOR FILÓSOFO MITxCHELLL

sexta-feira, 20 de maio de 2011

INFELIZMENTE O PIOR ESTAR POR VIR! TÁ COMEMORANDO O QUE TIO SAN?

Al Qaeda promete um ‘inferno nuclear’ após a morte de Bin Laden

Líderes do Talebã passam a integrar o comando da Al Qaeda


A partir da segunda-feira, dia 2, a Al Qaeda passa a ser comandada por um colegiado de altos comandantes que já estava definido desde muito antes da morte de Osama Bin Laden, assassinado nas primeiras horas do domingo, dia 1º, em ataque de forças especiais do Paquistão e EUA, em Abbottabad, cerca de 65 quilômetros ao norte de Islamabad, capital paquistanesa.

O assassinato de Bin Laden, aos 54 anos, cuja cabeça valia prêmio de US$50 milhões, marcará, segundo informantes da organização ao jornal na internet Asia Times Online, o início da transferência do teatro de guerra, do Afeganistão para o Paquistão, além de novas ações armadas contra os Estados Unidos.

Contatos do diário com sede em Bangkok, na área tribal do Waziristão do Norte – celeiro de militantes do Talebã – confirmaram que já houve várias reuniões na cidade de Mir Ali, para formular estratégias. Todos confirmaram imediata ação de retaliação contra o Paquistão e o fim de todos os acordos de cessar-fogo firmados com os militares paquistaneses e ainda vigentes.

Os EUA procuraram por Bin Laden, sempre sem sucesso, desde que ele deixou o Afeganistão, quando os EUA invadiram o país, em 2001, para guerra de extermínio contra o Talebã, em retaliação aos ataques do 11 de setembro de 2001 em Nova Iorque e Washington. Bin Laden e a Al Qaeda planejaram aqueles ataques, durante o tempo que viveram como hóspedes dos Talebã.

“Posso informar ao povo dos EUA e do mundo, que os EUA executaram a operação que matou Osama Bin Laden”, disse da Casa Branca o presidente Barack Obama.

O comandante-em-chefe dos exércitos dos EUA acrescentou:

“Houve troca de tiros, antes de matarem Osama Bin Laden e assumirem a custódia do cadáver.”

Obama prosseguiu:

“A morte de Bin Laden assinala o mais importante feito de nossa nação, até o presente momento, em nossos esforços para derrotar a Al Qaeda.”

Há notícias de que também foram assassinados um dos filhos de Bin Laden, duas de suas esposas e vários auxiliares, no ataque que incluiu helicópteros armados com metralhadoras. O assassinato de Bin Laden foi confirmado pela inteligência do Paquistão. O tenente-general Ahmad Shuja Pasha, diretor geral do Inter-Services Intelligence (ISI), disse que a inteligência do Paquistão sabia do plano e participou de todo o processo.

Os EUA puseram em alerta todas as embaixadas no mundo e avisaram os cidadãos, da possibilidade de haver retaliações. Esses alertas confirmam informações que o Asia Times Online obteve de várias fontes, segundo as quais o assassinato de Bin Laden provocará o reinício de ações do terrorismo internacional contra capitais do Ocidente, suspensos desde o início da grande revolta árabe de 2011.

No final do mês passado, Bin Laden avisou que a Al Qaeda desencadearia um “inferno nuclear” se ele fosse capturado, segundo telegramas diplomáticos secretos publicados por WikiLeaks. Obama disse que a CIA sabia desde outubro de 2010 que estava mais próxima de encontrar a trilha que a levaria a Bin Laden e que o alvo já aparecia nos radares da inteligência desde o início de 2011, notícia inúmeras vezes divulgada peloAsia Times Online:

“Depois de prolongada pausa, a CIA-EUA reiniciou várias operações clandestinas nas montanhas escarpadas do Hindu Kush, pelo Paquistão e Afeganistão, seguindo uma repentina onda de informes de que Osama Bin Laden, líder da Al Qaeda, andaria pela área, indo e vindo nas últimas semanas, para várias reuniões de alta cúpula em redutos dos militantes.”

Os próximos passos
A partir dos levantes populares no Oriente Médio e Norte da África, Bin Laden entrou em ação para construir uma frente unida dos quadros islâmicos do Paquistão e do Afeganistão, na batalha afegã contra os EUA. Por isso, viajou recentemente ao Afeganistão para reunião com Gulbuddin Hekmatyar, o legendário comandante mujahid afegão e fundador e chefe do partido político e grupo paramilitar afegão Hezb-e-Islami, e vários outros altos comandantes jihadis. Acredita-se que se tenha deslocado há cerca de dez dias para Abbottabad, de onde estaria às vésperas de sair, várias fontes informaram ao Asia Times Online.

As mesmas fontes dizem que o conselho (shura) de comandantes da Al Qaeda passou automaticamente a comandar a organização, até que, adiante, escolha-se outro comandante. Há à espera uma nova geração de comandantes, entre os quais Sirajuddin Haqqani, Qari Ziaur Rahman, Nazir Ahmad e Ilyas Kashmiri, que se uniram à Al Qaeda.

Ao longo dos últimos anos, Bin Laden já se convertera mais em figura popular icônica e deixara a função de comandante de guerra – muitas ações já estavam entregues ao comando de seu representante, doutor Ayman Al Zawahiri, egípcio, e a outros ideólogos. Por tudo isso, nada autoriza a pensar que haja alguma modificação importante nos processos e mecanismos operacionais.

Consideradas as informações e os muitos contatos que esse jornal mantém com líderes da Al Qaeda, não se tem qualquer dúvida de que a Operação Osama Bin Laden marca a transferência do principal teatro de guerra, que sairá do Afeganistão e invadirá o Paquistão; e que todos os esforços já empreendidos para reconciliar os militantes paquistaneses e o governo do Paquistão voltarão à estaca zero. A partir de agora, a Al Qaeda, fundada por Bin Laden, passará a ter como inimigos declarados, além dos EUA, também todo o establishment militar paquistanês.

HISTORIADOR FILÓSOFO MOSTRANDO O QUE NINGUÉM QUER VER - MITxCHELLL
O DESABAFO QUE EU GOSTARIA DE GRITAR - UM TAPA NA CARA DOS DEPUTADOS BRASILEIROS - PARABÉNS PROFESSORA!

MITxCHELLL HISTORIADOR FILÓSOFO - EU TENHO ESPERANÇA DO VERBO ESPERANÇAR QUE A EDUCAÇÃO SERA VALORIZADA NESSE PAÍS! MAS MINHA ESPERANÇA É DO VERBO ESPERANÇAR E NÃO DO VERBO ESPERAR!

quinta-feira, 19 de maio de 2011

GALERIA DOS NÓTAVEIS SEGUNDO - MITxCHELLL

JUNTANDO AOS BONS FICAMOS MELHORES! FRED AISTAIRE GRANDE DANÇARINO E ATOR  ESTADUNIDENSE. PARA QUEM ACHO QUE SO CRITICAMOS VAMOS AOS BONS! 

HISTORIADOR FILÓSOFO EM BUSCA DO BOM, BELO E JUSTO! MITxCHELLL EGITO