ATTENAS AULAS

sexta-feira, 13 de maio de 2011

GALERIA DOS NÓTAVEIS SEGUNDO - MITxCHELLL

os heróis que pedro bial queria ter e eu tenho!

   

                               Bob Marley

Foi um cantor, guitarrista e compositor jamaicano, o mais conhecido músico de reggae de todos os tempos, famoso por popularizar o gênero. Grande parte do seu trabalho lidava com os problemas dos pobres e oprimidos.
Seu verdadeiro nome era Robert Nesta Marley. Divulgou o reggae jamaicano no Ocidente sem fazer concessões à música comercial. Suas gravações, iniciadas em 1961, caracterizavam-se pelo ritmo da música e pela crítica social, que falava da repressão aos negros, sobretudo na Jamaica. Seu primeiro sucesso internacional, com a banda The Wailers, em 1975, foi No, Woman no Cry. Seguiram-se outros como I Shot the Sheriff, famosa pela interpretação de Eric Clapton, e o combativo Get up, Stand up. Músico carismático e praticante do culto rastafári, foi aclamado em seus concertos na “Babilônia”, apelido dado à Europa e aos Estados Unidos.
Um mês antes de sua morte, Bob Marley foi premiado com a Ordem ao Mérito Jamaicana. Ele queria passar seus últimos dias em sua terra natal, mas a doença se agravou durante o vôo de volta da Alemanha e Marley teve de ser internado em Miami. Ele faleceu no hospital Cedars of Lebanon no dia 11 de maio de 1981 em Miami, Flórida, aos 36 anos. Seu funeral na Jamaica foi uma cerimônia digna de chefes de estado, com elementos combinados da Igreja Ortodoxa da Etiópia e do Rastafarianismo. Ele foi enterrado em Nine Miles, perto de sua cidade natal. Junto com o corpo foram enterrados sua guitarra, uma bola de futebol, um pote com maconha, um sino e uma Bíblia. Marley morreu de câncer de pele, que se alastrou aos restantes orgãos do seu corpo.
” Dificil não é lutar por aquilo que se quer, e sim desistir daquilo que se maisama.
Eu desisti. Mas não pense que foi por não ter coragem de lutar, e sim por nãoter mais condições de sofrer.”
” Enquanto a cor da pele for mais importante que o brilho dos olhos, haveráguerra.”
” Não viva para que a sua presença seja notada,
mas para que sua falta seja sentida…”
” Para que levar a vida tão a sério, se a vida é uma alucinante aventura da qualjamais sairemos vivos.”
” Saudade é um sentimento que quando não cabe no coração, escorre pelosolhos.”
” Queria ser um baseado
Para nascer em seus dedos, morrer em seus lábios, fazer sua cabeça.”

ANSIOSO BLOGUEIRO HISTORIADOR FILÓSOFO MITxCHELLL WOODSTOOCK

sábado, 7 de maio de 2011

VAMOS MANDAR O TRIO AMARGURA PARA PRISÃO DE GUANTÁNAMO

EXTERMINADOR DO FUTURO I, ZÉ VAMPIRO, E O PADRE PINÓQUIO ALKIMIM
O sábio político pernambucano Fernando Lyra disse uma vez que Sarney era “a vanguarda o atraso”.

O PiG (LEIA-SE REDE BOBO). (*) adorou.

Mas, não deu curso ao complemente da frase de Lyra: “e Fernando Henrique o atraso da vanguarda”.
ANSIOSO BLOGUEIRO MITxCHELLL HISTORIADOR FILÓSOFO 

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Tio San Osama Obama Moramadd Bin Laden

                     MITxCHELLL HISTORIADOR FILÓSOFO 

O IMPÉRIO DO MAL COM A MAIOR FARÇA DE TODOS OS TEMPOS DESDE A MENTIROSA VIAGEM A LUA!

A segunda morte de Osama bin Laden

MITxCHELLL Reproduz o artigo de Paul Craig Roberts, publicado no sítio português Resistir:

Se hoje fosse 1º de Abril e não 2 de Maio, podíamos ignorar como uma brincadeira a manchete desta manhã de que Osama bin Laden foi morto num combate armado no Paquistão e rapidamente lançado ao mar. No actual estado de coisas, devemos considerar isto como prova adicional de que o governo estadunidense tem uma fé ilimitada na credulidade dos americanos. 



Pense nisso. Quais são as probabilidades de uma pessoa que alegadamente sofre dos rins e precisa de diálise, e que além disso é afligido por diabete e baixa tensão arterial, sobreviva em esconderijos na montanha durante uma década? Se bin Laden fosse capaz de adquirir o equipamento de diálise e os cuidados médicos que as suas condições requeriam, será que o despacho do equipamento de diálise não apontaria a sua localização? Por que foram precisos dez anos para encontrá-lo? 

Considere também as afirmações, repetidas pela mídia triunfalista dos EUA ao celebrar a morte de bin Laden, que "bin Laden utilizou seus milhões para financiar campos terroristas no Sudão, nas Filipinas e no Afeganistão, enviando 'guerreiros sagrados' para fomentar a revolução e combater com forças fundamentalistas muçulmanas no Norte da África, Chechénia, Tajiquistão e Bósnia". 

Isso é um bocado de actividade para ser financiado por uns meros milhões (talvez os EUA devessem tê-los colocado na conta do Pentágono), mas a questão principal é: como é que bin Laden foi capaz de movimentar o seu dinheiro de um lado para o outro? Que sistema bancário o ajudou? O governo estado-unidense tem êxito em apresar os activos de povos de países inteiros, sendo a Líbia o mais recente. Por que não os de bin Laden? Estaria ele a carregar consigo US$100 milhões em moedas de ouro e a enviar emissários para distribuir os pagamentos das suas operações dispersas por lugares remotos? 

A manchete desta manhã tem o odor de um evento encenado. O fedor emana dos noticiários triunfalistas carregados de exageros, dos celebrantes que ondeiam bandeiras e cantam "USA, USA". Poderia algo diferente estar em curso? 

Não há dúvida de que o presidente Obama precisa desesperadamente de uma vitória. Ele cometeu o erro do idiota ou o recomeço da guerra no Afeganistão e agora, após uma década, os EUA enfrentam o impasse, se não a derrota. As guerras dos regimes Bush/Obama levaram os EUA à bancarrota, deixando no seu rastro enormes défices e um dólar em declínio. E o momento da re-eleição está a aproximar-se. 

As várias mentiras e enganos, tais como "armas de destruição maciça", das últimas administrações têm consequências terríveis para os EUA e o mundo. Mas nem todos os enganos são o mesmo. Recordem, toda a razão para invadir o Afeganistão era em primeiro lugar para apanhar bin Laden. Agora que o presidente Obama declarou que bin Laden levou um tiro na cabeça, dado pelas forças especiais dos EUA a operarem num país independente e que estas o lançaram ao mar, não há razão para continuar a guerra. 

Talvez o declínio precipitado do US dólar nos mercados de câmbio estrangeiros tenha forçado algumas reduções reais no orçamento, as quais só podem vir da travagem de guerra ilimitadas. Até o declínio do dólar ter atingido o ponto de ruptura, Osama bin Laden, o qual muitos peritos acreditam ter sido morto há anos, era um bicho-papão útil para alimentar os lucros do complexo militar e de segurança dos EUA.

ANSIOSO BLOGUEIRO MITxCHELLL HISTORIADOR FILÓSOFO

quarta-feira, 4 de maio de 2011

NÃO ASSISTAM MAIS NOVELAS! AMOR A SHOPIA NOVELIZA A VIDA REAL!

Celso Lungaretti: Bin Laden, o fim de um mito oco


“Nós somos os homens ocos
Os homens empalhados
Uns nos outros amparados
O elmo cheio de nada. Ai de nós!”
T. S. Eliot

Eterna e irremediavelmente infantilizados, os estadunidenses farão um auê intragável e vão produzir um sem número de filmecos sobre a morte de Osama Bin Laden, o monstro por eles criado para combater os soviéticos no Afeganistão e que depois se voltou contra os criadores.

O patético Barack Obama – que pretendeu personificar o novo, mas dia a dia comprova ser tão somente mais do mesmo – foi o responsável último por uma operação pirata em solo paquistanês que resultou no assassinato de Laden, seu filho, dois homens e uma mulher. Outras duas pessoas ficaram feridas.

A alegada maior democracia do mundo mata seus inimigos sem julgamento e ainda extermina quem estiver por perto, pouco importando se tem alguma culpa no cartório, apenas laço de parentesco ou não passa do entregador de pizza. Aí o presidente vai à tevê dizer que foi feita justiça, sem pejo de vangloriar-se de uma carnificina!

Qual justiça, a do olho por olho, dente por dente? Regredimos milênios, voltando aos valores brutais das tribos de pastores de cabras? Repulsivo.

Como num western do tempo das diligências, os EUA tudo fizeram para dar a Bin Laden o troco pela destruição das horríveis torres gêmeas do WTC, respondendo a um ato espetaculoso e inútil com outro idem. Os ingleses devem morrer de vergonha dos costumes sanguinários e rústicos de sua ex-colônia.

Houve revista, se bem me lembro a Época, que considerou Bin Laden a grande personalidade mundial da década passada.

Nem a pau, Juvenal. Tratou-se apenas da mais acabada expressão do inferno pamonha que a indústria cultural engendrou. Na dita sociedade do espetáculo, qualquer pirotecnia genocida compensa se der ibope, vale tudo por 15 minutos de fama. Bin Laden teve bem mais, uns 5 milhões de minutos.

Seu atentado sinistro deu pretexto a uma escalada repressiva sem precedentes, que levou de roldão várias conquistas civilizadas em termos de justiça, direitos humanos e direitos civis.

E, como guerreiro, não passou de um desprezível bárbaro.

Ele tinha, como todo e qualquer árabe, motivos de sobra para odiar os EUA, cúmplices dos sucessivos massacres e da opressão que Israel exerce sobre os povos da região, mas nenhuma justificativa para estender sua vingança aos civis. É uma prática inaceitável, provenha de quem provir.

Nem o fato de que Obama agiu agora da mesmíssima maneira serve como atenuante. Guerras se travam entre combatentes e é uma extrema covardia homens armados atingirem civis desarmados, ponto final.


Portanto, Bin Laden não merece nenhum respeito ou comiseração por parte das pessoas empenhadas em livrar o mundo do pesadelo capitalista, pois, noves fora, foi só outro mito oco de uma sociedade que os produz e destrói incessantemente, para criar a ilusão de que existe movimento quando nada há além de estagnação.

MITxCHELLL HISTORIADOR FILÓSOFO 

BYE, BYE FOREVER SP-DOS DEMO-TUCANOS - MITxCHELLL

Governo demotucano: São Paulo não é mais o estado mais rico do Brasil

Os quatrocentões paulistas, que gostam de dizer que o estado é a “locomotiva do Brasil”, não poderão mais usar essa expressão. Segundo pesquisa da Fundação Getulio Vargas, depois de mais de 16 anos de gestão demotucana, São Paulo foi ultrapassado por Santa Catarina e Rio de Janeiro na condição de estado que tem a maior renda média. Por sua vez, no governo Lula, o País conseguiu reduzir a pobreza em 50,64%. A pesquisa também mostra que, de 2002 a 2010, os maiores ganhos reais de renda foram em grupos tradicionalmente excluídos. Esse Lulinha nunca dantes!

CADÊ O OSAMA? OBAMA, OXENTE!

Analise da morte de Bin Laden

    Publicado em 04/05/201 Imprima |
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Santayana teme o que está por vir

Amor a Shopia reproduz texto de Mauro Santayana, no JB:

A semente do medo


por Mauro Santayana


Os Estados Unidos celebram a morte de bin Laden, e um ex-embaixador brasileiro considerou-a “espetacular”. É melhor ver a morte de qualquer homem, bom ou mau, como a morte de parte de nós mesmos. Como no belo poema em prosa de Donne, any man’s death diminishes me, because I am involved in mankind, and therefore never send to know for whom the bell tolls; it tolls for thee.  A morte de qualquer homem me diminui, disse o poeta, porque sou parte da Humanidade, e, por isso, não pergunte por quem os sinos dobram; eles dobram por você. Todos nós morremos um pouco, quando as Torres Gêmeas vieram abaixo, e todos nós morremos quase diariamente com os que tombam e tombaram, na Palestina, no Iraque, no Afeganistão, na Costa do Marfim, no Realengo, em Eldorado dos Carajás, na Candelária e nas favelas brasileiras.


Os americanos comemoram nas ruas a morte de bin Laden, enquanto nos países muçulmanos outros oram pelo homem que consideram mártir. Como parte da Humanidade, talvez não nos conviesse  a euforia pela execução sumária de bin Laden, nem a consternação por sua morte. Os atentados de Nova Iorque –  de resto, nunca assumidos de forma cabal pelo saudita – foram  crime brutal contra a Humanidade, bem como todos os atos de terrorismo, ao longo das duas últimas décadas. Mas a vingança exercida pelos comandos norte-americanos não pode ser aplaudida. Foi um ato de guerra, cometido contra a soberania do Paquistão, desde que ao governo de Islamabad não foi solicitada autorização prévia para a operação – segundo informou o diretor da CIA, Leon Panetta.


Isso nos leva a outra leitura de John Donne: não pergunte que povo foi atingido pela intervenção militar norte-americana. Todos nós fomos atingidos, não só por essa operação bélica e pela agressão à Líbia, mas também, no passado, pela intromissão, política, militar, econômica, das elites que controlam o governo de Washington, desde a guerra de anexação de territórios soberanos do México, movida pelo presidente Polk, em 1846. O México perdeu a metade de seu território, e os Estados Unidos ganharam mais de um quarto do que já ocupavam no norte do hemisfério. Essa vitória excitou a voracidade imperialista dos Estados Unidos, mais tarde explícita no fundamentalismo do “Destino Manifesto”.


Devemos ser cautelosos quando procuramos entender o momento atual. Comentaristas internacionais, sob o calor destas horas, tentam pensar nas conseqüências imediatas, e há os que discutem se o homem morto em Abbottab (o nome da cidade é  homenagem ao general James Abbott, que serviu nas forças de ocupação da Índia no século 19) é mesmo bin Laden – que começou a sua vida de combatente como aliado dos norte-americanos  contra os soviéticos, no Afeganistão dos anos 80. Tenha sido ele, ou não, importa pouco. Osama  era apenas um símbolo, na clandestinidade imposta pelas circunstâncias. O que importa, e muito, é o que virá a ocorrer não nos próximos dias, que serão de pausa e perplexidade, mas nos próximos meses e anos.


O perigo maior, e desdenhado, é o de que o conflito atual, iniciado com a ocupação da Palestina por Israel, se transforme realmente em  guerra declarada entre os países capitalistas ocidentais, que se identificam como cristãos, e os muçulmanos. Quem definiu a agressão como cruzada foi Bush, ao afirmar que Deus o havia convocado a matar Saddam. E conforme o livro clássico de Essad Bey, todos os movimentos no Oriente Médio, entre eles a ocupação judaica da Palestina, se fazem na busca da posse de seu petróleo. No passado, o saqueio se fazia em nome da “civilização” e, hoje, se faz também em nome da “modernidade”.


No fundo do regozijo,  há  sementes de medo. Esse medo é muito mais poderoso do que foi o saudita, de 54 anos e, segundo informações não desmentidas, a um tempo amigo e sócio dos Bush nos negócios de petróleo.



ANSIOSISSIMO MITxCHELLLL WOODSTOOCK A ESPERA DO INICIO DO FIM DO IMPÉRIO DO MAL COM UMA SAUDADE IMENSURAVEL DO FUTURO!