AULAS PARTICULARES,REFORÇO ESCOLAR, ESPECÍFICAS, REDAÇÃO, PREPARATÓRIO PARA O ENEM, BIBLIOTECA E INTERNET.
PROFESSOR MICHEL (HISTORIADOR, PEDAGOGO E FILOSOFO).
O lema da Vênus de Platina e da Última flor do Fascio vou traduzir Rede Globo e Revista Veja! É quanto pior melhor! Quanto pior o Brasil estiver melhor!
O pobre atingindo a Classe Média! A Rede Bobo diz em off: Nossa que HORROR!!!! Pobre comprando carro zero! Onde já se viu!! Aonde vamos parar! Revista Veja a ÚLTIMA FLOR DO FÁSCIO!
QUE ME PERDOEM OS POBRES PORCOS SEREM COMPARADOS A ESSA SUJEIRA
(*) Em nenhuma democracia séria do mundo, jornais conservadores, de baixa qualidade técnica e até sensacionalistas, e uma única rede de televisão têm a importância que têm no Brasil. Eles se transformaram num partido político – o PiG, Partido da Imprensa Golpista.
MITxCHELLL O ANSIOSO HISTORIADOR FILÓSOFO
segunda-feira, 11 de abril de 2011
“Nenhuma escola é uma ilha.” O que o Cerra tem a ver com isso
" ... discurso intolerante, preconceituoso, conservador e mentiroso do candidato José Serra..."
A tragédia no Realengo, a meu ver, pode e deve ser início de um debate importante sobre a nossa sociedade.
A tragédia na escola do Rio de Janeiro acontece num contexto bastante relevante. Em outubro de 2009, Geyse Arruda foi hostilizada por seus colegas de faculdade porque, segundo eles, ela não sabia se vestir de modo “apropriado” para freqüentar as aulas. Em junho de 2010, Bruno, goleiro do Flamengo, é suspeito de matar a ex-namorada, Elisa Samudio, por não querer pagar pensão ao filho. Suposta garota de programa, Samudio foi hostilizada na opinião de muitos brasileiros. Após rompimento, Mizael Bispo, inconformado, mata sua ex-namorada Mércia Nakashima em maio de 2010. Em novembro de 2010, grupos de jovens agridem homossexuais na Avenida Paulista, enquanto Mayara Petruso incita o assassinato de nordestinos pelo Twitter. E mais recentemente, em cadeia nacional, Jair Bolsonaro faz discurso de ódio contra homossexuais e negros. Tudo isso instigado e complementado pelo discurso intolerante, preconceituoso, conservador e mentiroso do candidato José Serra à presidência da República. A mídia? Estava ao lado de Serra, corroborando em suas artimanhas, reforçando preconceitos contra Dilma, contra as mulheres e contra os tantos mais “adversários” do candidato tucano.
Wellington matou mais meninas na escola carioca. Se, por um lado, jamais saberemos as reais razões que o fizeram agir dessa forma, por outro sabemos o quanto a sociedade brasileira tem sido, no mínimo, indulgente com atos de intolerância, machismo, ódio e preconceito contra mulheres, negros e homossexuais. Se não há uma ligação direta entre esses diversos acontecimentos, eles pelo menos nos fazem pensar o quanto vale a vida de alguém em um contexto de tantos ódios? Quantas mulheres morrerão hoje vítimas do machismo? Quantos gays sofreram violência física? Quantos negros sentirão declaradamente o ódio racial que impregna o nosso país? O que é o bullying se não o prolongamento para a escola desse tipo de mentalidade? Quantas pessoas apoiaram as declarações de ódio de Bolsonaro via Facebook? Aquilo que acontece no ambiente escolar nada mais é do que um microcosmo do que a sociedade elege como valores primordiais. E o Brasil, que por tanto tempo negou a “pecha” de racista e preconceituoso, vê sua máscara cair.
Não adianta culpar o bullying, achando que ele é um problema de jovens, um problema das escolas. Não adiante grades e detectores de metal nas entradas ou a proibição da venda de armas. Como professora, sei que o que os alunos reproduzem em sala nada mais é do que ouviram da boca de seus pais ou na mídia. Não adianta pedir paz e tolerância no colégio enquanto a mídia e a sociedade fazem outra coisa. Na escola, o problema do bullying é tratado como algo independente da realidade política, econômica e social do país. Mas dá pra separar tudo isso? Dá pra colocar a questão só em “valores” dos adolescentes, da influência do malvado do computador ou dos videogames? Ou é suficiente chamar o ato de Wellington de uma “violência pós-moderna” sem explicação? Das muitas agressões cotidianas, a da escola do Realengo é apenas uma demonstração da potencialidade de nossos ódios. A única coisa que me pergunto é: teremos a coragem de fazer esse tipo de discussão?
POSTADO PELO ANSIOSO BLOGUEIRO HISTORIADOR FILÓSOFO MITxCHELLL PRINCE WOODSTOOCK
O AMOR A SHOPIAreproduz texto de Mauro Santayana, publicado no JB:
O terrorismo de Columbine
por Mauro Santayana
É difícil separar a emoção da razão, quando escrevemos sobre tragédias como a de ontem. A morte de crianças nos toca fundo: pensamos em nossos próprios filhos, em nossos próprios netos. Por mais que deles cuidemos, são indefesos em um mundo a cada dia mais inóspito.
Crianças e professores são agredidos pelos próprios colegas nas escolas. Traficantes de drogas e aliciadores esperam às suas portas a fim de perverter os adolescentes. Em 1955, baseado em livro de Evan Hunter, Richard Brooks dirigiu um filme forte sobre a brutalidade nas escolas norte-americanas, Blackboard Jungle, exibido no Brasil com o título de Sementes da Violência.
É difícil entender como um rapaz de 24 anos se arma e volta à escola onde estudara, a fim de atirar contra adolescentes. No calor dos fatos, com a irresponsabilidade comum a alguns meios de comunicação, associaram o crime ao bode expiatório de nosso tempo, o “terrorismo muçulmano”. No interesse dessa ilação, chegaram a anunciar que isso estava explícito na carta que ele deixou. Ela, no entanto, revela loucura associada não ao islamismo, mas, sim, às seitas pentecostais, de origem norte-americana, com sua visão obscurantista da fé. São seitas que alimentaram atos de loucura como o de Jim Jones, ao levar 900 de seus seguidores, a Peoples Temple, ao suicídio, na Guiana, em 18 de novembro de 1978. É o que hoje fazem pastores da Flórida, ao queimar um exemplar do livro sagrado dos muçulmanos – e provocar a reação irada de fiéis no Iraque e no Afeganistão. Segundo revelou sua irmã, a mãe adotiva de Wellington, cuja morte o transtornou, pertencia à seita das Testemunhas de Jeová, preocupada com a pureza do corpo, que o assassino menciona em sua carta. A referência à volta de Jesus e ao dogma da Ressurreição dos justos, não deixa dúvida. Ele nada tinha a ver com o Islã, apesar de suas recomendações lembrarem ritos mortuários comuns às religiões monoteistas.
A carta revela um jovem perturbado pela idéia de pureza. Aos 24 anos, o assassino diz que seu corpo “virgem” não pode ser tocado pelos impuros. Ao mesmo tempo, presumindo-se herdeiro da casa que ocupava em Sepetiba, deixa-a, em legado, para instituições que cuidem de animais abandonados. Os cães, que são a maioria dos bichos de rua no Brasil, são, para os muçulmanos, animais amaldiçoados.
É preciso rechaçar, de imediato, qualquer insinuação de fundamentalismo islamita ao ato de insanidade do rapaz. O pior é que homens públicos eminentes endossaram essa insensatez. O terrorismo de Wellington é o dos atos, já rotineiros, de assassinatos em massa nas escolas norte-americanas, a partir do episódio de Columbine em 20 de abril de 1999. Desde que os meios de comunicação e do entretenimento transformaram o homem nesse ser unidimensional, conforme Marcuse, o modelo de vida, que o cinema, as histórias em quadrinhos, a televisão e, agora, a internet, nos trazem, é o da pujante, bem armada e soberba civilização norte-americana. Ela nos prometia a realização do sonho da prosperidade, da saúde, da segurança, do conforto e da alegria, da virilidade e da beleza. Mas essa civilização é apenas pesadelo, contrato faustiano com o diabo, sócio emboscado da morte. O diabo começou a cobrar seu preço, ao levar essa civilização à loucura, no Vietnã; nas muitas intervenções armadas em terra alheia; em Oklahoma, em Columbine, em Waco, e nos demais assassinatos coletivos dos últimos anos.
Limpemos as nossas lágrimas, e reflitamos se vale a pena insistir nessa forma de vida. Se vale a pena continuar sepultando crianças, e com elas, os sentimentos de solidariedade, de humanismo, de civilidade e de justiça. As crianças que morreram ontem, ao proteger as mais fracas com seus corpos, nos disseram o que temos a fazer, para que a vida volte a ter sentido.
SONHO SENTAR NA MESMA MESA COM CRISTÃO, JUDEUS, ISLAMICOS, TESTEMUNHAS DE JEÓVA UM RESPEITANDO O OUTRO! NÃO PODEMOS PEGAR RELIGIÃO SEJA QUAL FOR COM BODE EXPIATÓRIO DESSA TRAGÉDIA! MITxCHELLL HISTORIADOR FILÓSOFO
Ao receber, na quarta-feira (30), o título de doutor honoris causa da Universidade de Coimbra, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva fez um longo discurso, exaltando feitos dos seus governos e louvando a parceria que teve ao longo dos últimos oito anos com o seu vice-presidente, José Alencar, e sua sucessora, a presidente Dilma Rousseff. Lula mais uma vez se emocionou ao falar do companheiro, que morreu na terça-feira (29), a quem dedicou o prêmio.
– Eu estou sentindo um misto de tristeza e alegria. Tristeza pela morte do companheiro José Alencar, e alegria pelo título. Tenho certeza de que onde ele estiver, ele estará feliz por mim, porque foi uma das pessoas que mais torceram e que mais comemoraram comigo a concessão deste título. Este título é dele – disse Lula, emocionado, ao chegar para a cerimônia.
China ultrapassará EUA em produção científica antes de 2020
A China poderá ser o maior produtor de artigos científicos já em 2013, ultrapassando os Estados Unidos, diz um relatório da Royal Society de Londres que analisou o estado da colaboração científica mundial.
A China é o segundo país que mais publica artigos científicos.
“O mundo científico está mudando e novos jogadores estão surgindo rapidamente”, disse em comunicado Chris Llewellyn Smith, antigo diretor do Consleho Europeu de Pesquisa Nuclear (Cern, na sigla em francês) e presidente do grupo consultivo do estudo, intitulado “Conhecimento, redes e nações. A Colaboração Científica Global no século XXI”.
Diretor brasileiro Marcus Baldini trata do mundo das garotas de programa, a partir da cinebiografia da blogueira Raquel Pacheco, a Bruna do título.
À primeira vista, “Bruna Surfistinha”, do brasileiro Marcus Baldini, publicitário, estreando em longa-metragem, está povoado de lugares comuns. Poderia ser condenável, não fosse a história da paulista de Sorocaba Raquel Pacheco (28/10/1984), a Bruna do título, também um festival de clichês. Pelo simples fato de que a vida das garotas de programa é, em sua maioria, igual: pobreza, falta de perspectivas, frustrações familiares e amorosas. Menos a dela, Raquel (Deborah Secco), de classe média, que entrando no mercado do sexo ganha fama, dinheiro e, para contrariar a escrita, um companheiro em João Correa Moraes (Cássio Gabus Mendes).
Mas o filme, baseado no livro “O Doce Veneno do Escorpião – O Diário de uma Garota de Programa”, escrito pelo jornalista Jorge Tarquini, é também sobre as gargantas profundas da megalópole, São Paulo, com seus dramas, sucessos, fracassos e sonhos. Cheia de famílias classe média que aparentam normalidade, escolas tradicionais conservadoras e ebulitiva pulsação sexual. Então, basta uma faísca para tudo explodir. Com Raquel é a descoberta de que fora adotada pelo casal Pacheco, somada ao assédio sexual do colega de escola e as brincadeiras maldosas dos colegas de classe. O que termina a levando aos 17 anos, por escolha própria, ao mundo das garotas de programa.
No entanto, Baldini cria a partir do argumento de Karin Ainouz e Antonia Pelegrino, e roteiro desta, José Carvalho e Homero Olivetto, ambientes, atmosfera e encenação que evitam que “Bruna Surfistinha” seja mais do mesmo. Numa bela sequência, Raquel chega para a entrevista com Larissa (Drica Moraes). Não encontra a tradicional cafetina, mas uma empresária detrás de uma mesa, usando o computador. Uma imagem que contrasta com o imaginário popular, da descida ao baixo mundo do sexo, ainda que freqüentado por homens da classe média.
O que vem a seguir mostra o quanto as relações no “mercado do sexo” mudaram. Larissa informa a Raquel sobre as regras da casa e a partilha da renda do trabalho. Cada programa custa ao frequentador R$ 100,00, a casa fica com R$ 60,00 e a garota R$ 40,00. Friamente. Afinal, a estréia dela, Raquel, se dá num negócio empresarial, controlado a mão-de-ferro por Larissa. E ela irá conhecer os homens como são longe de seu cotidiano e as origens de suas companheiras, que reafirmam os clichês de sua agora profissão.
Inexiste filme
100% ruim
Esta primeira parte termina por ser a melhor do filme, com cenas fortes, não de sexo, que são repetitivos exercícios de quadris, ombros e faces, mas centradas no drama humano. Sem comiseração, arrependimentos, choros. Até o desencadear de choques entre duas colegas de programa e Raquel, agora Bruna, pelo roubo do dinheiro que ela guardava em seu armário. O centro da ascensão e queda de Raquel/Bruna emerge com uma força desmesurada e ela não percebe: o perigo da droga que a fará oscilar entre a lucidez e a loucura. E atesta o senso empresarial de Larissa: admitir a droga em sua “casa” será o fim de seus negócios. Lição que Bruna não apreende e a atrairá e a repelirá a um só tempo.
Se esta primeira parte tem este equilíbrio e frescor, não se pode dizer da segunda. Baldini abandona o realismo, a sobriedade, entrando no glamour, na iluminação de comercial de TV, no brilho excessivo, na narrativa sustentada na maioria das vezes em closes, planos aproximados e grandes planos aleatórios. É quando Bruna entra no universo virtual, criando o blog que a levará à fama, aos programas de TV, e perde contato com a realidade. Mesmo nestas confusas sequências, que se melhor editadas tornariam a narrativa mais clara, ágil, há um achado e tanto, que ilumina o filme.
Em meio a um embalo, Bruna, já Surfistinha, está à mesa com um “programador”. Este elogia seu blog e diz que há empresários interessados em patrociná-lo. Talvez não fosse esta a intenção de Baldini, mas as mãos e os olhos do capital se introduzem. De repente, o sexo na web pode ser fonte de altos lucros. E só Bruna não percebe, ao contrário de sua nova amiga, que a vê como fonte de renda e a põe no rumo das drogas. O que era a ascensão, dialeticamente se torna sua decadência. E o pó em profusão atravessa sua vida. Ela perde amigas, parceiros, dinheiro, saúde, a fama se esvai para os becos sombrios.
A segunda parte do filme, confusa, sem demarcação dos personagens de apoio, enfadonha, cede lugar ao romance Bruna Surfistinha/João Moraes. E vários flashbacks, que não fazem a narrativa avançar. O filme que se pretendia um longo flashback, por ter-se iniciado mostrando a derrocada de Bruna, passeia por ambientes, situações, personagens, rendendo uma boa sequência: a do frio diálogo entre Bruna e Gustavo (Juliano Cazarré) no apartamento vazio dela, mostrando sua derrocada. Ele lhe diz: ”Tá mal, heim Bruna Surfistinha!?”. No entanto, “Bruna Surfistinha” não é um filme negligenciável. Reforça a tese de que não há filme 100% ruim. Sempre se aprende com eles.
“Bruna Surfistinha”. Drama. Brasil. 2010. 109 minutos. Argumento: Karin Ainouz, Antonia Pellegrini. Roteiro: José Carvalho, Homero Olivetto, Antonia Pellegrini. Fotografia: Marcelo Corpani. Direção: Marcus Baldini. Elenco: Deborah Secco, Cássio Gabus Mendes, Drica Moraes, Cristina Lago.
EXTRAI NA INTEGRA O ARTIGO DO SÍTIO O VERMELHO UM ÓTIMO SÍTIO!
Recebi um email de uma ex-aluna e hoje grande amiga Jéssyka Grigorio. Não há presente maior para um professor ver seus ex-alunos sendo discípulos de ouro do conhecimento de Sóphia. Aluno é uma palavra de origem grega, que significa a = não luno= sem luz - Seja discípulo (discípulo = devoção, investigação e serviço pelo mundo) do saber não seja aluno sem luz.
Não a mito mais atual que O Mito da Caverna de Platão - leiam! segue o email:
ASSIM COMO AS PESSOAS ACORRENTADAS DA CAVERNA MUITOS HOJE TEM MEDO DA LUZ!! O QUE ME APAVORA NÃO É O MEDO DO ESCURO MAIS SIM O MEDO DA LUZ DO SABER! HISTORIADOR FILOSOFO MITxCHELLL RAMSÉS II
SEGUE O EMAIL NA INTEGRA
Realmente um adulto ou jovem com medo da luz do conhecimento é apavorante... Mas como é citado em (Alegoria da caverna de Platão no livro XVII A República),os prisioneiros da caverna são criados dentro dessa desde o seu nascimento,vendo as sombras as quais eles acreditam ser realidade o que é ilusão,após sairem da caverna,as luzes do sol da verdade cegaram seus olhos no primeiro momento... Pois a verdade cega os olhos de quem não está acostumado com ela.Primeiro o individuo ficará dividido entre a incredulidade e o deslumbramento.Incredulidade:Porque será obrigado a decidir onde se encontra a realidade:no que vê agora ou nas sombras em que sempre viveu?Deslumbramento:Ferido pela luz,porque seus olhos não conseguem ver com nitidez as coisas iluminadas. Para se enxegar a verdade precisamos aprender a ver,e esse aprendizado é doloroso fazendo-o desejar a caverna onde tudo lhe é familiar e conhecido.
A caverna representa o mundo das aparências em que vivemos,as sombras projetadas no fundo da caverna:as coisas que percebemos,é as correntes são os nossos preconceitos é opiniões.Sendo que o prisioneiro que se liberta é o filósofo.A luz do sol é a luz da verdade.O mundo iluminado pelo sol da verdade é a realidade.O instrumento que liberta o prisioneiro rebelde é com qual ele deseja libertar os outros prisioneiros."A filosofia"... Não podemos obrigar os prisioneiros da caverna a sair dela,mas podemos mostrar a eles o caminho certo a ser seguido,para que os prisioneiros tirem as amarras por si mesmo... As pessoas só enxergam aquilo que desejam ver é infelizmente a maioria opta pelo caminho mais fácil,por que o caminho da luz é doloroso a luz da verdade cega os nossos olhos,por isso alguns indivíduos preferem viver de ilusão por que é mais facíl,poucos são aqueles que tem coragem de vencer a própria ignorância sair da caverna,e conhecer a verdade como ela realmente é de fato!
Uma coisa que me intriga é que ainda hoje somos manipulados é conseqüentemente enganadas assim como fomos no passado a Pão é circo com esses coisas idiotas que passam na televisão etc.Para que não vejamos o que acontece de verdade em nosso mundo,para que não nos perguntemos o que o governo faz com o dinheiro dos nossos impostos que não investem em educação? Já percebi também que o intuito do governo,é criar pessoas de fácil manipulação... robôs que apenas obedecem ordens é dão lucros ao governo corrupto! Não é interessante para eles criar pensadores...Pensadores são questionadores e não aceitariam ser manipulados pelo governo o que dissolveria essa política corrupta que cultua a burrice.
Espero com sinceridade algum dia poder contribuir para o mundo de certa forma,ajudando a formar mais do que alunos,pensadores.... Que apoderam futuramente mudar o mundo...
Um grande abraço!
Ass:Jéssyka Grigorio
Miriem-se no exemplos das pessoas virtuosas desse mundo! Siga aos bons que ficamos melhores!
MINHA AMIGA KÁSSIA ME SUGERIU ADERIR E DIVULGAR A" HORA DO PLANETA" ENTREI NA CAMPANHA A UMA HORA DE ESCURIDÃO EM PROL DE UM SOCIEDADE MEDIEVAL EM PLENA PÓS-MODERNIDADE! VAMOS ADERIR A ESCURIDÃO PARA QUEM SABE ALCANÇARMOS A LUZ PLENA!
O QUE ME AFLINGE NÃO É UMA CRIANÇA COM MEDO DE ESCURIDÃO E SIM DE UM JOVEM COM MEDO DA LUZ!! MITxCHELLL HISTORIADOR FILÓSOFO
AMIGOS NAVEGANTES NÃO VAMOS NAUFRAGAR EM NOSSO SÍTIO VAMOS SEMPRE EM BUSCA DE UM MUNDO BOM, BELO E JUSTO! A HORA DO PLANETA É UMA ATITUDE LOUVAVEL MAS TEMOS QUE REFLETIR MAIS SOBRE ESSE ATO SIMBÓLICO DE FICARMOS NO ESCURO POR UMA HORA! TEM GENTE QUE ESTA NA ESCURIDÃO A ANOS, TALVEZ DECADAS! O QUE ME APAVORA NÃO É UMA CRIANÇA TENDO MEDO DE ESCURO MAIS SIM UM ADULTO OU JOVEM TENDO MEDO DA LUZ, LUZ DO CONHECIMENTO! LUZ QUE ILUMINA PARA NÃO TERMOS PRE-JUIZOS E PRE-JULGAMENTOS, PRE- CONCEITOS, ENFIM TUDO QUE DEFORMA UMA BOA ALMA! ESTOU ADERINDO A CAMPANHA MUNDIAL, ASSIM COMO ADERI A CAMPANHA UM DIA SEM CARRO! MAS ESSES MOVIMENTOS SÃO APENAS SIMBÓLICOS TEMOS QUE REFLETIR COM MAIS PROFUNDIDADE! UMA HORA SEM LUZ! ISSO NÃO É NADA EM UMA SOCIEDADE QUE ESTA NA IDADE MÉDIA DA EM PLENA PÓS-MODERNIDADE!
VAMOS USAR OS RECURSOS NATURAIS RACIONALMENTE POIS EM 14 ANOS PODEREMOS EM PELO MENOS METADES DOS QUASE 6 MIL MUNICIPIOS BRASILEIROS! PENSE E REFLITA NESSE MOVIMENTO SIMBÓLICO! AMOR A SÓPHIA EM BUSCA DE UM MUNDO BOM, BELO E JUSTO A TODAS E A TODOS SEM DISTINÇÃO DE RELIGIÃO, ETNIA OU SITUAÇÃO SOCIOECONOMICA!